Viagem em grupo à Rússia.
Viagem à Rússia com 42 atrações principais e 19 opções adicionais. Hospedagem em hotéis cinco estrelas no centro histórico.
Viagem à Rússia com 42 atrações principais e 19 opções adicionais. Hospedagem em hotéis cinco estrelas no centro histórico.
Informações essenciais sobre datas, estrutura do roteiro, serviços incluídos, logística de transporte, hospedagem, alimentação e condições gerais do tour.
Saída e retorno.
10 de setembro: saída de São Paulo. 11 a 22 de setembro: tour em Moscou e São Petersburgo com programação completa. 23 de setembro: retorno ao Brasil.
Resumo do itinerário.
Moscou e São Petersburgo, duas capitais com 42 atrações no roteiro e mais 19 opções adicionais, reunindo pontos essenciais e experiências variadas em uma única viagem.
Grupo mínimo.
Este tour foi planejado para grupos a partir de 15 pessoas, com serviços e logística estruturados para esse número. Em caso de redução, o valor será recalculado.
Hospedagem.
Hotéis ☆☆☆☆☆ na área histórica central das capitais, próximos aos principais pontos turísticos, oferecendo conforto, boa estrutura e serviço de qualidade.
Refeições incluídas.
O café da manhã e o almoço estão incluídos no tour, oferecendo refeições completas durante o dia e garantindo praticidade e conforto aos participantes.
Acompanhamento e tradução.
Com tradução do russo para o português e audioguias em locais específicos, garantindo compreensão clara e apoio cultural durante as visitas.
Voos internacionais.
Voos internacionais operados pela Emirates com opções de classe econômica, premium e executiva, garantindo conforto e serviço de alto nível e experiência.
Trem a 250 km/h.
Viagem no trem Moscou → São Petersburgo de alta velocidade Sapsan na classe business, com conforto superior, trajeto rápido e serviço de padrão premium.
Transfers.
Traslados em micro-ônibus Mercedes-Benz Sprinter, com veículos confortáveis, segurança e deslocamentos rápidos entre aeroporto, hotel e pontos turísticos.
Principais experiências em Moscou.
11 – 15 de setembro 2026.
Estes dias reúnem diferentes tipos de atividades: caminhadas pelas áreas centrais de Moscou, visitas a complexos de museus e catedrais e uma viagem fora da cidade para Sergiev Posad. Esse formato torna a programação intensa, porém equilibrada no ritmo.
Voos internacionais.
1º dia. 10 de setembro.
Voo São Paulo 01:05 → Dubai 23:00.
Voos internacionais.
2º dia. 11 de setembro.
Voo Dubai 02:20 → Moscou 06:40.
Tempo livre. Centro Histórico.
Centro Histórico.
3º dia. 12 de setembro.
Praça Vermelha, Kremlin de Moscou, Catedral de São Basílio, Catedral do Ícone de Kazan da Mãe de Deus, Mausoléu de Lênin, Loja de Departamentos GUM, Parque Zaryadye.
Centro Histórico. Tesouros do Kremlin.
4º dia. 13 de setembro.
Conjunto arquitetônico da Praça das Catedrais do Kremlin de Moscou, Catedral da Assunção da Virgem Maria, Catedral do Arcanjo Miguel, Catedral da Anunciação da Virgem Maria, Igreja da Deposição do Manto da Virgem Maria, Torre do Sino de Ivan, o Grande, Câmaras Patriarcais com a Igreja dos Doze Apóstolos, Tsar Pushka — o Czar Canhão, Tsar Kolokol — o Czar Sino, Arsenal do Kremlin de Moscou — Oruzheynaya Palata, Fundo de Diamantes da Rússia.
Além do Centro.
5º dia. 14 de setembro.
Moscou → Sergiev Posad.
Mosteiro da Trindade-São Sérgio.
Além do Centro.
6º dia. 15 de setembro.
Centro de Exposições de Toda a Rússia — VDNKh. Museu Memorial da Cosmonáutica no VDNKh. Pavilhão “Cosmos”, Centro de Cosmonáutica e Aviação no VDNKh.
Principais experiências em São Petersburgo.
16 – 22 de setembro 2026.
A etapa combina a viagem entre as duas capitais no trem de alta velocidade em classe business, caminhadas por São Petersburgo e visitas aos principais museus e monumentos da cidade. A programação inclui percursos pelo centro histórico, catedrais e museus, dias mais intensos com visitas ao Palácio de Catarina e a Peterhof e, ao final, um momento de descanso com passeios no parque da Ilha Yelagin, visita ao templo budista Datsan Gunzechoinei e ao mirante do edifício mais alto da Europa, o Lakhta Center.
Centro Imperial.
7º dia. 16 de setembro.
Trem Moscou → São Petersburgo. Visitas: Praça do Palácio, Jardim Alexandre, Grande Almirantado, monumento a Pedro I “Cavaleiro de Bronze”.
Centro Imperial.
8º dia. 17 de setembro.
Catedral de Santo Isaac, Museu Estatal Hermitage.
Coração da Cidade.
9º dia. 18 de setembro.
Catedral de Kazan, Igreja do Salvador do Sangue Derramado, Museu Fabergé.
Coração da Cidade.
10º dia. 19 de setembro.
Jardim de Verão, Jardim Mikhailovsky, Castelo Mikhailovsky, Campo de Marte, Fortaleza de Pedro e Paulo.
Arredores Históricos.
11º dia. 20 de setembro.
São Petersburgo → Peterhof. Grande Palácio de Peterhof.
Arredores Históricos.
12º dia. 21 de setembro.
São Petersburgo → Pushkin. Palácio de Catarina.
Voos internacionais.
13º dia. 22 de setembro.
Ilha Yelagin, Palácio Yelagin, Datsan Gunzechoinei — Templo Budista, Lakhta Center. Voo São Petersburgo 23:05 → Dubai 06:15.
Voos internacionais.
14º dia. 23 de setembro.
Voo Dubai 09:05 → São Paulo 17:15.
A distância entre Moscou e São Petersburgo é de cerca de 650–700 km. O “Sapsan” percorre o trajeto em 3h45–4h, sendo o meio terrestre mais rápido entre as capitais, muito à frente do trem convencional e do carro.
O vagão reservado garante privacidade e silêncio, com poltronas ergonômicas, bom espaço para as pernas, bebidas quentes e refeição completa — ideal para trabalhar ou descansar.
O Hotel Nacional ☆☆☆☆☆ combina rica história, arquitetura palaciana e alta arte no coração de Moscou. Localizado junto à Praça Vermelha, este hotel cinco estrelas é um símbolo da capital russa, famoso por seu estilo único e atmosfera impecável.
Quarto da categoria "Quarto Clássico com duas camas de solteiro" para ocupação dupla.
Quarto da categoria "Quarto Clássico individual com cama de solteiro" para ocupação individual.
Café da manhã em estilo “buffet”, servido no elegante e amplo salão “Moskovsky”, que conta com grandes janelas panorâmicas, luz natural abundante e uma vista magnífica para a Praça Vermelha e o Kremlin de Moscou.
O Grand Hotel Moika 22 ☆☆☆☆☆ ocupa uma mansão aristocrática de 1853 situada bem em frente à Praça do Palácio e ao Museu Hermitage.
Quarto da categoria Superior Room com vista para os telhados da cidade, para o pátio interno do hotel ou para o átrio, disponível com duas camas de solteiro para ocupação dupla ou com cama King Size para ocupação individual.
O café da manhã incluído com pães frescos e aromáticos, pratos tradicionais russos, carnes, peixes, queijos, café, chá, sucos naturais e iogurtes é servido em formato de buffet no restaurante Beau Rivage.

O Kremlin que você verá não é o original: a fortaleza de madeira de Dolgoruky foi destruída, reconstruída em pedra branca no século XIV e, finalmente, refeita em tijolo vermelho no final do século XV — por arquitetos italianos contratados pelo czar Ivan III, que queriam dar a Moscou a mesma solidez das fortalezas renascentistas europeias. É esse Kremlin de tijolo, com suas 20 torres, que sobrevive até hoje e continua sendo sede do poder russo. Ao seu redor, a Praça Vermelha reúne construções de períodos completamente diferentes lado a lado: o Museu Histórico do século XIX, a galeria comercial GUM — que já foi uma cooperativa estatal soviética antes de virar shopping de luxo — e a Catedral de São Basílio, erguida no século XVI para comemorar uma conquista militar e hoje um dos edifícios mais fotografados do planeta.
Nem tudo em Moscou é antigo. Ao lado das catedrais e fortalezas medievais, a cidade guarda um capítulo mais recente e ainda visível em quase toda esquina: o legado soviético. Estátuas de operários e cosmonautas, edifícios monumentais construídos para impressionar o mundo durante a Guerra Fria e símbolos do regime que governou o país por sete décadas convivem, sem esconder-se, com igrejas que sobreviveram a décadas de perseguição religiosa. É raro encontrar uma cidade onde tantas ideologias diferentes deixaram monumentos tão visíveis e próximos uns dos outros.
A parte mais inesperada de Moscou, porém, fica embaixo da terra. Entre 1935 e os anos seguintes, Stalin ordenou que o metrô da cidade fosse construído não apenas como transporte, mas como propaganda: cada estação deveria provar ao mundo (e ao próprio povo soviético) que o socialismo conseguia produzir beleza. O resultado são estações com mármore importado, mosaicos bizantinos, vitrais e candelabros de bronze — verdadeiros salões subterrâneos que hoje recebem mais de sete milhões de passageiros por dia, a maioria deles sem sequer notar que está andando por uma obra de arte.
Hoje Moscou é a maior cidade da Europa, com quase 12 milhões de habitantes só dentro dos limites oficiais — e mais, se contarmos a região metropolitana. É também uma cidade que não desacelera: teatros lotados em noite de semana, restaurantes que abrem até tarde, e uma vida cultural que segue funcionando em ritmo intenso independentemente da estação do ano. O peso da história aqui não é decoração — é o chão sobre o qual a cidade contemporânea continua sendo construída.

O resultado foi inesperado: por fora, o Kremlin tem a aparência de uma típica fortaleza renascentista italiana, com as características ameias em forma de cauda de andorinha, idênticas às encontradas em castelos do norte da Itália. Mas por dentro, o espaço é completamente russo: cúpulas douradas de catedrais, palácios com torres pontiagudas, passagens estreitas entre construções de séculos diferentes. Uma fortaleza construída por estrangeiros que os russos tornaram inteiramente sua.
As muralhas se estendem por quase dois quilômetros e meio em formato de triângulo irregular, complementadas por vinte torres de alturas e formatos diferentes — desde as baixas torres de canto até a alta Torre Spasskaya, com seu relógio principal do país, cujo toque é transmitido todo ano na televisão russa para marcar a virada do ano novo. Nenhuma das torres foi construída igual às demais: cada uma tinha uma função específica — vigilância, passagem ou puramente decorativa.
Ao longo de quase seis séculos, o Kremlin sobreviveu a incêndios, cercos militares, à Revolução de 1917 — após a qual o novo governo soviético se instalou ali — e a décadas em que simplesmente não era permitida a entrada de estranhos, quando a sede do governo soviético funcionava como território fechado. Hoje, parte do Kremlin continua sendo a residência oficial em uso do presidente do país, enquanto outra parte está aberta à visitação: catedrais, museus e tesouros que concentram, dentro de suas muralhas, quase toda a longa história do Estado russo.

O resultado foi inesperado: por fora, o Kremlin tem a aparência de uma típica fortaleza renascentista italiana, com as características ameias em forma de cauda de andorinha, idênticas às encontradas em castelos do norte da Itália. Mas por dentro, o espaço é completamente russo: cúpulas douradas de catedrais, palácios com torres pontiagudas, passagens estreitas entre construções de séculos diferentes. Uma fortaleza construída por estrangeiros que os russos tornaram inteiramente sua.
As muralhas se estendem por quase dois quilômetros e meio em formato de triângulo irregular, complementadas por vinte torres de alturas e formatos diferentes — desde as baixas torres de canto até a alta Torre Spasskaya, com seu relógio principal do país, cujo toque é transmitido todo ano na televisão russa para marcar a virada do ano novo. Nenhuma das torres foi construída igual às demais: cada uma tinha uma função específica — vigilância, passagem ou puramente decorativa.
Ao longo de quase seis séculos, o Kremlin sobreviveu a incêndios, cercos militares, à Revolução de 1917 — após a qual o novo governo soviético se instalou ali — e a décadas em que simplesmente não era permitida a entrada de estranhos, quando a sede do governo soviético funcionava como território fechado. Hoje, parte do Kremlin continua sendo a residência oficial em uso do presidente do país, enquanto outra parte está aberta à visitação: catedrais, museus e tesouros que concentram, dentro de suas muralhas, quase toda a longa história do Estado russo.

A lenda do arquiteto cegado é uma das histórias mais conhecidas da Rússia, mas provavelmente não passa de um mito: o mesmo arquiteto, Postnik Yakovlev, continuou construindo outras obras depois da Catedral da Intercessão, fato documentado historicamente. Historiadores consideram essa história uma lenda posterior, criada para reforçar a singularidade do edifício, e não um fato real.
A catedral não é um espaço único, mas nove igrejas separadas e interligadas, cada uma dedicada a um santo ou evento relacionado à conquista de Kazan. Todas compartilham uma base comum e são coroadas por cúpulas individuais — nenhuma das nove repete o desenho da outra, seja na forma, no ornamento ou na cor.
O interior é bem diferente do que a fachada colorida sugere: corredores estreitos e abobadados, luz baixa, paredes cobertas de afrescos — um espaço íntimo e quase labiríntico, em contraste marcante com a aparência vibrante e aberta do edifício visto da praça.
Hoje a catedral não funciona mais como uma igreja paroquial comum — opera como museu, parte do Museu Histórico Estatal da Rússia, embora cerimônias religiosas ainda aconteçam ali em datas específicas.

Durante as décadas soviéticas, a GUM vivia uma dupla realidade. Oficialmente, era a vitrine da fartura e da qualidade do comércio soviético, mostrada a visitantes estrangeiros como prova do sucesso da economia planejada — sistema em que era o Estado, e não o mercado, quem decidia o que e quanto seria produzido e vendido. Na prática, porém, era uma das poucas lojas onde de fato se encontravam produtos escassos, itens que faltavam nas lojas comuns por causa de falhas recorrentes no abastecimento, um problema estrutural da economia soviética. Isso gerava filas de horas, e alguns produtos só eram conseguidos por meio de contatos pessoais ou pagando a mais por fora, ou seja, informalmente, sem passar pelo caixa oficial.
Hoje a GUM não é mais uma loja de departamentos estatal, mas um shopping privado com butiques de grifes internacionais de luxo. A arquitetura do salão, porém, permanece quase intacta: três andares de galerias, passarelas de metal ornamentado ligando os pisos, uma fonte no centro do térreo — tudo sob a cúpula de vidro que ilumina todo o espaço interno com luz natural, mesmo nos dias nublados que predominam em Moscou boa parte do ano.
No inverno, em frente à fachada da GUM voltada para a Praça Vermelha, é montada tradicionalmente uma pista de patinação ao ar livre. É uma das imagens mais reconhecíveis do inverno moscovita: pessoas patinando bem diante da antiga muralha do Kremlin e das cúpulas coloridas da Catedral de São Basílio, que fica na mesma praça.
A catedral permaneceu na praça por três séculos, sobrevivendo a incêndios, à invasão napoleônica de 1812 e às primeiras décadas do poder soviético. Mas em 1936 foi demolida por decisão das autoridades — como diversas outras igrejas de Moscou naquele período, quando o Estado promovia uma política de ateísmo militante, ou seja, destruía deliberadamente construções religiosas como símbolos do antigo regime czarista. No local do templo funcionou, por décadas, um banheiro público, e depois um pavilhão dedicado a Vladimir Lênin, o fundador do Estado soviético.
A reconstrução só aconteceu nos anos 1990, já depois do fim da União Soviética em 1991, quando a política de Estado em relação à religião mudou por completo e as igrejas deixaram de ser vistas como inimigas do regime. Os restauradores usaram medições arquitetônicas detalhadas feitas antes da demolição, além de fotografias antigas, para recriar o edifício com a maior fidelidade possível. Hoje ele é quase indistinguível, por fora, do original do século XVII, embora tenha sido construído inteiramente de novo, com materiais modernos.
Hoje a Catedral de Kazan é um templo ortodoxo em funcionamento, uma das poucas igrejas da Praça Vermelha onde acontecem cerimônias religiosas regulares, e não apenas visitas turísticas guiadas. Sua escala modesta, discreta em comparação com a vizinha Catedral de São Basílio e suas cúpulas coloridas, faz com que passe despercebida com facilidade por quem caminha pela praça. Mas é justamente essa construção que melhor lembra como a história de uma cidade pode ser literalmente apagada e reconstruída no espaço de um único século.

O hotel fechou em 2006 e foi demolido pouco depois — o prédio já estava deteriorado e não combinava mais com a Moscou daquele momento. Por alguns anos, o terreno logo ao lado da muralha do Kremlin ficou vazio, até que, em 2017, foi inaugurado ali um parque de um tipo novo, projetado após um concurso internacional de arquitetura vencido por uma equipe de Nova York — a mesma que havia trabalhado no famoso High Line, o parque construído sobre uma antiga linha ferroviária elevada em Manhattan.
A ideia do parque era recriar, em miniatura, diferentes paisagens naturais da Rússia: há uma área que imita a tundra ártica, um bosque de bétulas, uma estepe e um campo alagado — cada uma com seu próprio microclima, mantido por um sistema climático escondido sob o paisagismo, que controla temperatura e umidade de forma independente em cada trecho.
O elemento mais reconhecível do parque é a ponte em balanço — uma plataforma de pedestres curva que se projeta sobre o rio sem apoios em uma das extremidades, oferecendo uma vista simultânea do Kremlin e da margem oposta do rio Moscou. Além dela, o parque abriga uma sala de concertos subterrânea, uma caverna de gelo mantida em baixa temperatura o ano todo e um anfiteatro com teto de vidro, através do qual se avista a muralha do Kremlin.
Hoje o Zaryadye é um exemplo raro, no centro histórico de Moscou, de arquitetura contemporânea assumidamente moderna a poucos passos das muralhas seculares do Kremlin: ele não tenta imitar o estilo antigo ao redor, mas contrasta abertamente com a construção histórica que o cerca.

O embalsamamento se mostrou um desafio sem precedentes — os métodos convencionais de conservação simplesmente não serviam para um período tão longo. Dois cientistas, Vladímir Vorobiov e Boris Zbarski, tiveram que praticamente inventar uma técnica do zero: uma solução química específica, procedimentos regulares de tratamento e controle rigoroso de temperatura e umidade dentro do próprio mausoléu. O corpo de Lênin ainda é tratado com essa solução até hoje, aproximadamente a cada ano e meio, e entre um tratamento e outro é monitorado constantemente por uma equipe de especialistas. Na prática, trata-se de um laboratório inteiro dedicado exclusivamente a essa tarefa há mais de cem anos.
O edifício em si, em formato de pirâmide escalonada feita de granito vermelho-escuro e labradorito preto, foi construído em 1930 pelo arquiteto Alekséi Schúsev — antes dele, o mesmo local abrigou estruturas temporárias de madeira, substituídas algumas vezes nos primeiros anos após a morte de Lênin. Por dentro, há uma sala pequena e escurecida, à qual se desce por uma escada: o caixão fica dentro de uma cápsula de vidro com clima controlado, independente da temperatura externa.
A técnica desenvolvida pelos cientistas soviéticos para Lênin foi depois aplicada em outros países: de forma semelhante foram embalsamados os corpos de Mao Tsé-tung, na China, e Ho Chi Minh, no Vietnã, entre outros líderes comunistas do século XX — projetos que, de uma forma ou de outra, se basearam na experiência acumulada no mausoléu da Praça Vermelha.
A questão de enterrar o corpo de Lênin ainda é debatida na Rússia atual. Parte da sociedade considera a exposição do corpo embalsamado uma prática soviética ultrapassada, que deveria ser encerrada; outra parte vê no mausoléu parte do patrimônio histórico do país, algo que não deveria ser alterado. Enquanto a decisão não é tomada, o mausoléu segue em funcionamento — o corpo continua disponível para visitação, e a entrada permanece com segurança.

O jardim foi criado entre 1821 e 1823 pelo arquiteto Ossip Bove, de origem italiana, que se tornou um dos principais arquitetos de Moscou naquele período e foi responsável pela reconstrução do centro da cidade após o incêndio. Seu nome homenageia o imperador Alexandre I, que governava a Rússia durante a guerra contra Napoleão — embora o nome "Alexandre" tenha se consolidado apenas depois da inauguração do parque, e não fizesse parte do projeto original.
O jardim é dividido em três trechos separados ao longo da muralha do Kremlin: Superior, Médio e Inferior, cada um com um caráter próprio e detalhes históricos distintos — de escadarias cerimoniais a ruínas de antigas fortificações, deixadas propositalmente como elemento decorativo, lembrando a função defensiva original do local.
No trecho médio do jardim fica o Túmulo do Soldado Desconhecido, um memorial instalado em 1967 em homenagem aos soldados soviéticos mortos na guerra de 1941 a 1945 contra a Alemanha nazista (na Rússia, esse conflito é chamado de Grande Guerra Patriótica, e no restante do mundo é conhecido como parte da Segunda Guerra Mundial), cujos corpos não puderam ser identificados no momento do sepultamento. Ali arde uma chama eterna — um fogo mantido aceso ininterruptamente como símbolo de memória permanente —, e desde 1997 ocorre, a cada hora, a troca da guarda de honra: soldados em uniforme de gala se revezam junto ao túmulo seguindo um ritual rigorosamente coreografado, que costuma atrair turistas.
Apesar de estar no centro da cidade, bem junto às muralhas do Kremlin, o jardim mantém uma atmosfera tranquila e sombreada: tílias e bordos antigos, plantados ainda na criação do parque há dois séculos, criam uma sensação de pausa em meio à densa área urbana ao redor.

A praça é cercada por três grandes catedrais e algumas construções menores, cada uma com uma função específica. A Catedral da Assunção era usada para a coroação dos governantes russos, desde os antigos grão-príncipes até os últimos imperadores. A Catedral do Arcanjo se tornou o local de sepultamento dos governantes de Moscou até o início do século XVIII. Já a Catedral da Anunciação funcionava como capela particular da família dos czares — um espaço reservado para cerimônias privadas, não pensado para receber grande número de fiéis.
Além das catedrais, a praça abriga o Campanário de Ivan, o Grande — a construção mais alta da Moscou antiga, que durante séculos funcionou como uma espécie de torre de vigia: de seus andares superiores era possível avistar a paisagem a muitos quilômetros de distância, algo essencial para detectar com antecedência a aproximação de inimigos.
Apesar de terem sido construídos em momentos diferentes e por mestres diferentes, os edifícios da praça formam um conjunto visualmente coerente — em boa parte porque todos seguem técnicas e materiais semelhantes, típicos da arquitetura de Moscou entre os séculos XV e XVI, o período em que se consolidou o estilo hoje reconhecido como característico das igrejas russas.
Hoje a Praça das Catedrais continua em uso: parte das catedrais funciona como museu, aberta à visitação, e parte é usada em ocasiões especiais para cerimônias religiosas e eventos de Estado — ou seja, a praça não se tornou um monumento histórico congelado no tempo, mas segue cumprindo parte de suas funções originais.

A catedral era o local de coroação dos governantes russos — primeiro dos grão-príncipes, depois dos czares e, após Pedro, o Grande, adotar o título de imperador no início do século XVIII, também dos imperadores russos, até o último deles, Nicolau II, coroado em 1896. Por mais de quatrocentos anos, praticamente todo governante do país passou pela cerimônia de coroação exatamente entre essas paredes.
Além das coroações, a catedral servia como local de sepultamento dos patriarcas — o cargo mais alto da hierarquia da Igreja Ortodoxa Russa, equivalente em importância ao papa na Igreja Católica. Era também ali que se anunciavam documentos estatais de maior importância e se realizavam cerimônias de relevância para todo o país: a catedral funcionava não apenas como centro religioso, mas também como centro político.
Por dentro, a catedral é decorada com afrescos — pinturas murais produzidas ao longo de vários séculos por diferentes gerações de artistas — além de um iconostase: uma parede inteiramente coberta de ícones, ou seja, imagens religiosas de santos, que separa a área do altar do restante do templo.
Durante a era soviética, quando o governo comunista então no poder promovia uma política de ateísmo estatal e fechava igrejas em funcionamento em todo o país, a catedral foi transformada em museu e as cerimônias religiosas foram interrompidas por quase setenta anos. Os cultos regulares só foram retomados nos anos 1990, depois do fim da União Soviética — o Estado que existiu entre 1922 e 1991 e reunia a Rússia e outras repúblicas. O edifício mantém até hoje seu status de museu: é possível visitá-lo tanto como turista quanto participar de cerimônias religiosas específicas em datas festivas.

Desde sua construção até o início do século XVIII, a catedral funcionou como local oficial de sepultamento dos príncipes de Moscou e, depois, dos czares russos. Ali estão enterradas dezenas de integrantes das dinastias governantes, incluindo Ivan, o Terrível — czar conhecido por seu governo marcado pela violência e, ao mesmo tempo, por uma significativa expansão territorial do Estado russo.
A tradição de sepultar governantes ali foi interrompida no reinado de Pedro, o Grande, que transferiu a capital da Rússia de Moscou para São Petersburgo no início do século XVIII. A partir desse momento, os imperadores passaram a ser enterrados na nova capital, e a Catedral do Arcanjo em Moscou manteve sua função de mausoléu apenas para os governantes de períodos anteriores.
A arquitetura do edifício mistura tradições: por fora, a fachada é decorada com elementos do estilo renascentista italiano — o período de grande florescimento das artes e da arquitetura na Europa entre os séculos XV e XVI —, enquanto a estrutura interna e as pinturas nas paredes seguem integralmente as normas de um templo ortodoxo russo. Essa combinação é típica de várias construções do Kremlin desse período, quando os governantes de Moscou contratavam mestres estrangeiros, mas exigiam que respeitassem as tradições religiosas locais.
Hoje a catedral funciona como museu, integrada ao complexo de museus do Kremlin de Moscou, e seus túmulos — sarcófagos de pedra com os nomes dos governantes sepultados — podem ser vistos por dentro durante a visita. É uma oportunidade rara de ver, num único espaço, os locais de descanso de representantes de uma dinastia inteira de governantes que se sucederam ao longo de vários séculos.

As regras da Igreja da época limitavam o número de casamentos considerados aceitáveis para uma pessoa sem autorização especial — normalmente, no máximo três. O czar Ivan IV, conhecido como Ivan, o Terrível, casou-se pela quarta vez, o que formalmente violava esse limite, e a Igreja lhe impôs um castigo: ele foi proibido de entrar na catedral pela porta principal, junto com os demais fiéis. Para resolver isso, foi construída uma entrada separada no lado sul do edifício — conhecida desde então como Pórtico de Ivan, o Terrível —, pela qual o czar podia acessar o templo sozinho, afastado dos demais.
O piso da catedral é revestido com jaspe — uma pedra semipreciosa ornamental de padrão manchado característico —, presenteada no século XVI ao governante de Moscou pelo xá persa, ou seja, o soberano da Pérsia, território que corresponde ao atual Irã. Placas de pedra dessa origem eram raras na arquitetura russa da época e funcionavam como símbolo das relações diplomáticas de Moscou com Estados do Oriente.
O iconostase da catedral — a parede coberta de ícones que separa a área do altar do restante do templo — inclui obras de Teófanes, o Grego, e Andrei Rublev, dois dos pintores de ícones mais reverenciados de toda a história da arte russa. Acredita-se que parte dos ícones preservados ali esteja entre os exemplos mais antigos do trabalho desses artistas que sobreviveram até hoje.
Por fora, a catedral é coroada por diversas cúpulas douradas em formato de cebola — elemento característico da arquitetura religiosa russa —, que compõem parte da silhueta dourada reconhecível do Kremlin de Moscou, visível à distância.

A igreja é a mais modesta em tamanho entre as construções da Praça das Catedrais: tem uma única cúpula e foi projetada não para receber grandes multidões de fiéis, mas um círculo restrito de pessoas ligadas à corte do patriarca. Justamente por essa escala reduzida, ela transmite uma sensação visualmente mais íntima do que as catedrais monumentais ao seu redor — por fora, é fácil confundi-la com um edifício secundário, sem saber que se trata da igreja doméstica dos mais altos líderes religiosos do país.
Hoje o interior da igreja abriga uma exposição de esculturas de madeira russas dos séculos XV a XIX — figuras esculpidas de santos e personagens bíblicos, reunidas ali vindas de diferentes regiões do país depois que, durante a era soviética, muitas obras semelhantes correram risco de destruição com o fechamento de igrejas em áreas rurais. Trata-se de uma exceção notável: na tradição ortodoxa, esculturas tridimensionais dentro de igrejas, ao contrário dos ícones planos, eram vistas por muito tempo como parecidas demais com ídolos pagãos esculpidos em madeira em tempos pré-cristãos, e por isso não eram bem-vindas pela Igreja oficial, embora em algumas regiões — especialmente no norte da Rússia — esse tipo de talha tenha sobrevivido como parte da tradição local.
A coleção reunida ali é um dos poucos casos em que esse tipo de obra não apenas sobreviveu, mas permanece exposta justamente dentro de um espaço religioso, e não em um museu secular comum: o visitante vê as esculturas no mesmo contexto arquitetônico para o qual algumas delas foram originalmente criadas, algo raramente possível em outro lugar.

Até o início do século XX, vigorava em Moscou uma proibição não escrita: nenhum edifício da cidade podia ser mais alto do que esta torre. Essa regra foi respeitada por séculos e transformou a torre no principal ponto de referência da paisagem de Moscou — segundo a tradição local, em dias claros era possível avistar do topo os arredores da cidade a uma distância de até 30 quilômetros, algo com utilidade prática para detectar a aproximação de inimigos ou incêndios numa cidade construída majoritariamente em madeira.
Dentro da torre estão instalados 21 sinos de tamanhos diferentes — desde os menores até gigantes de várias toneladas, cada um com nome e história de fundição próprios. O maior dos sinos ainda em uso pesa cerca de 65 toneladas, e o toque coordenado de todos os sinos ao mesmo tempo, feito manualmente por vários sineiros simultaneamente, é considerado um dos mais complexos da tradição sonora ortodoxa, com ritmos específicos para diferentes festas e ocasiões religiosas.
Em 1812, durante a ocupação de Moscou pelo exército do imperador francês Napoleão Bonaparte, as tropas francesas em retirada tentaram explodir a torre, colocando explosivos em sua base. A explosão destruiu parcialmente construções anexas, mas a torre principal resistiu — rachaduras nas paredes, resultado do episódio, foram reparadas em restaurações posteriores e hoje já não são visíveis a olho nu.

Ambições desse tipo inevitavelmente geraram conflito com o czar Alexei Mikhailovich, que a princípio confiava bastante em Nikon, mas com o tempo passou a ver suas pretensões de poder como uma ameaça direta ao próprio governo. As divergências entre os dois cresceram ao longo de alguns anos, até se transformarem em confronto aberto.
Em 1666, um concílio eclesiástico especialmente convocado — uma reunião dos mais altos religiosos da Igreja, responsável por decidir questões de grande importância — retirou Nikon do cargo de patriarca, a pedido do czar. O ex-patriarca foi enviado para o exílio em um mosteiro afastado, onde passou o resto da vida, e as Câmaras Patriarcais construídas para ele passaram a seus sucessores no cargo.
Além do conflito com o czar, Nikon conduziu uma reforma religiosa: alterou algumas regras de celebração dos cultos e reescreveu parte dos textos sagrados, para alinhar a prática religiosa russa aos modelos gregos da época. Por exemplo, mudou a forma como os fiéis faziam o sinal da cruz, de dois dedos para três. Parte dos fiéis se recusou a aceitar essas mudanças, considerando-as uma distorção da fé herdada dos antepassados — surgiram assim os "velhos crentes", um movimento que existe na Igreja Ortodoxa Russa até hoje, separado da Igreja principal.
Hoje as câmaras abrigam um museu dedicado à vida cotidiana e às artes aplicadas russas do século XVII — período anterior às amplas reformas de Pedro, o Grande, que mudaram radicalmente a aparência do país no início do século seguinte. A exposição reúne objetos do dia a dia daquela época: móveis, louças, tecidos, joias e utensílios litúrgicos.
A Igreja dos Doze Apóstolos, dentro do complexo, conservou interiores originais do século XVII, incluindo um raro iconostase esculpido — uma parede coberta de ícones que separa a área do altar do restante do templo — daquele período. É um caso incomum em que a decoração de uma igreja dessa idade chegou aos dias de hoje praticamente intacta, tendo sobrevivido inclusive à era soviética, quando muitos monumentos semelhantes foram destruídos ou transformados para outros fins.

A peça central da coleção é a Grande Coroa Imperial, feita em 1762 para a coroação da imperatriz Catarina II em apenas dois meses, por joalheiros contratados especialmente para a tarefa. A coroa é decorada com cerca de cinco mil diamantes e uma grande espinélio vermelha — uma pedra preciosa que por muito tempo foi confundida com rubi, por causa da cor semelhante. Essa mesma coroa foi usada para coroar todos os imperadores russos até o último deles, Nicolau II, em 1896.
A coleção também guarda o diamante Orlov, uma pedra de quase 190 quilates que, segundo a lenda, teria decorado a estátua de uma divindade hindu em um templo da Índia, de onde foi roubado antes de passar por vários intermediários até chegar à Rússia. O conde Grigóri Orlov, que dá nome ao diamante, comprou a pedra e a presenteou à imperatriz Catarina II.
Depois da Revolução de 1917, que derrubou a monarquia na Rússia, o novo governo soviético chegou a considerar vender parte da coleção no exterior para conseguir moeda estrangeira, da qual o país precisava. A ideia acabou sendo descartada, mas algumas peças isoladas foram vendidas a compradores estrangeiros nos anos 1920 e 1930, antes de o restante da coleção ser declarado, de forma definitiva, patrimônio estatal intocável.
Hoje o Fundo de Diamantes fica em um prédio separado dentro do Kremlin, e o acesso ao acervo é rigorosamente controlado: as peças ficam expostas em salas escurecidas, com segurança reforçada e iluminação especial que realça o brilho das pedras, o que torna a visita mais parecida com a entrada em um cofre bancário do que com um museu comum.

Entre as peças em exposição está o famoso Barrete de Monomakh, um toucado usado nas cerimônias de coroação dos governantes russos até o final do século XVII. Segundo a lenda, ele teria sido dado de presente por um imperador bizantino a um dos primeiros príncipes russos, embora historiadores considerem essa história uma lenda posterior, e o objeto em si seja datado de uma época bem mais recente do que aquela à qual a tradição o associa.
A coleção também guarda o trono de Ivan, o Terrível, feito de osso no século XVI e incrustado com placas esculpidas de marfim, além de um trono com dois assentos, produzido para o reinado conjunto dos czares ainda crianças Ivan V e Pedro I, no final do século XVII, quando os dois meninos eram formalmente considerados co-governantes sob a regência de sua irmã mais velha, Sofia.
Uma sala do museu é dedicada a carruagens cerimoniais dos séculos XVI a XVIII, incluindo uma carruagem dada de presente ao czar russo pelo rei James I da Inglaterra no início do século XVII — uma das poucas carruagens desse período que sobreviveram inteiras até hoje, com todo o acabamento original preservado.
O museu também exibe vestes de patriarcas e paramentos litúrgicos bordados com fios de ouro e prata, pedras preciosas e pérolas — peças tão valiosas do ponto de vista histórico quanto as regalias seculares, já que revelam o quanto, naquela época, o poder do Estado e o poder da Igreja estavam entrelaçados na Rússia.

A peça impressiona pelo tamanho: o cano tem mais de cinco metros de comprimento, e o diâmetro da boca é de cerca de 890 milímetros, o que faz do Tsar Pushka um dos maiores canhões desse tipo já fabricados no mundo. O peso total é de cerca de 40 toneladas.
Apesar das dimensões imponentes, os historiadores concordam quase unanimemente que o canhão nunca foi disparado: não há vestígios de fuligem de pólvora nem qualquer outro sinal de uso em combate no interior do cano. Segundo uma das teorias mais aceitas, a peça teria sido concebida desde o início mais como um símbolo do poder militar do Estado do que como uma arma realmente destinada ao uso em batalha.
As balas decorativas que hoje ficam ao lado do canhão foram adicionadas muito depois, já no século XIX — são puramente decorativas e nunca foram feitas para ser disparadas por essa peça: o calibre delas não corresponde ao tamanho do cano, e elas são pesadas demais para que o canhão pudesse, tecnicamente, atirá-las.
O reparo — a estrutura de apoio sobre a qual o cano do canhão está montado — também é decorativo, fundido em ferro fundido muito depois da peça original, em 1835, especificamente para exposição em museu, e não para uso prático em combate.

Enquanto o sino ainda estava na cova de fundição subterrânea onde foi moldado, Moscou foi atingida por um grande incêndio em 1737. As chamas alcançaram as estruturas de madeira acima da cova, e, ao tentar apagar o fogo jogando água sobre o metal ainda quente, os trabalhadores provocaram uma mudança brusca de temperatura — o choque térmico fez com que um pedaço de mais de 11 toneladas se desprendesse do sino, o equivalente ao peso de cerca de cinco carros de passeio.
Por mais de cem anos depois desse episódio, o sino permaneceu na cova subterrânea — erguer e mover um objeto tão pesado e danificado era considerado tecnicamente inviável com a engenharia disponível na época. Só em 1836 o sino foi finalmente retirado do buraco e colocado sobre um pedestal de pedra, onde permanece até hoje.
O pedaço quebrado, de 11 toneladas, está exposto ao lado do próprio sino — o que permite ver com clareza a extensão do dano e, ao mesmo tempo, imaginar o tamanho original que o sino teria se estivesse inteiro.
Por causa da rachadura e da parte perdida, o sino não consegue, fisicamente, produzir som — falta a ele uma porção significativa do corpo, necessária para gerar ressonância sonora completa. O Tsar Kolokol segue sendo um monumento às ambições técnicas de sua época, que acabaram sendo maiores do que permitia a capacidade real da fundição no século XVIII.

No terreno há dezenas de prédios separados, chamados de pavilhões. Cada pavilhão foi originalmente construído para um dos quatorze territórios que, junto com a Rússia, formavam a União Soviética — por exemplo, havia um prédio exclusivo para o território chamado Ucrânia, outro para o território chamado Armênia, outro para o território chamado Uzbequistão. Dentro de cada pavilhão eram exibidos os produtos daquele território específico: tapetes, frutas, máquinas, tecidos — aquilo que era produzido ali. Por fora, os prédios são decorados com colunas — altos pilares de pedra, parecidos com os usados na arquitetura da Grécia e da Roma antigas —, além de estátuas de pessoas trabalhando em fábricas e no campo, e mosaicos, que são imagens formadas por pequenos pedaços coloridos de pedra ou vidro colados lado a lado.
No centro do terreno fica a Fonte da Amizade dos Povos, construída em 1954. Uma fonte, nesse caso, é um grande tanque de água com jatos que jorram para cima. Ao redor dessa fonte estão 16 estátuas douradas de mulheres, vestidas com trajes nacionais — roupas tradicionais características de um determinado povo. Cada estátua representa um dos quatorze territórios que formavam a União Soviética, mais uma figura separada que representa a própria Rússia. As estátuas são revestidas com ouro de verdade — folhas finíssimas e quase transparentes do metal precioso, coladas sobre a superfície da escultura.
Em 1991, a União Soviética deixou de existir, e todos os quinze territórios, incluindo a Rússia, se tornaram países independentes, cada um com seu próprio governo. Depois disso, muitos pavilhões da VDNKh passaram quase vinte anos sendo usados para fins bem diferentes do original — vendiam-se ali eletrodomésticos, roupas e comida. A partir dos anos 2010, o governo de Moscou reformou os prédios, devolvendo a eles a aparência original, e abriu dentro deles museus dedicados à história e à ciência.

A União Soviética — um país que existiu entre 1922 e 1991 e reunia a Rússia junto com outros quatorze territórios — foi o primeiro país do mundo a lançar um satélite artificial ao espaço, em 1957, e depois, em 1961, foi também o primeiro a enviar um ser humano: o cosmonauta soviético Iuri Gagárin, que deu uma volta ao redor da Terra a bordo da espaçonave Vostok 1. Essas conquistas faziam parte de uma corrida espacial — uma disputa entre a União Soviética e os Estados Unidos da América pela liderança na exploração do espaço, que durou várias décadas do século XX.
O museu guarda objetos originais ligados à história dos voos espaciais: espaçonaves de verdade, usadas em missões reais, trajes espaciais — roupas especiais e hermeticamente fechadas que protegem os cosmonautas das condições do espaço aberto — e também pertences pessoais dos primeiros cosmonautas soviéticos, incluindo objetos que pertenceram ao próprio Iuri Gagárin.
Um dos itens mais importantes em exibição é o módulo de descida da espaçonave Vostok, a parte da nave que retorna à Terra depois do voo e onde o cosmonauta fica durante o pouso. Esse módulo específico realizou um voo real ao espaço e voltou para a Terra, sendo depois entregue ao museu.
Além dos equipamentos, o museu conta como era a vida e o treinamento dos cosmonautas — os exercícios que eles faziam antes do voo, incluindo testes físicos e treinamento para trabalhar em condições de ausência de peso, ou seja, o estado em que o corpo não sente a força da gravidade da Terra.

Dentro do pavilhão estão expostos foguetes, satélites e partes de espaçonaves reais em tamanho natural — quer dizer, exatamente do tamanho que tinham na realidade, e não réplicas reduzidas ou maquetes. Uma das peças centrais da exposição é uma cópia exata do foguete Vostok, o mesmo modelo usado em 1961 para levar ao espaço o primeiro ser humano, o cosmonauta soviético Iuri Gagárin.
Pendurada no teto do pavilhão está a espaçonave orbital reutilizável Buran, a versão soviética do ônibus espacial americano — ou seja, uma espaçonave capaz de fazer vários voos de ida e volta ao espaço, diferente de foguetes de uso único. Esse exemplar específico da Buran nunca voou ao espaço: ele serviu para testes em solo, isto é, para verificar os sistemas da espaçonave ainda na Terra, antes de um voo que acabou nunca acontecendo, já que todo o programa foi encerrado no início dos anos 1990.
A exposição também inclui trajes espaciais originais — roupas especiais e hermeticamente fechadas que protegem os cosmonautas das condições do espaço aberto, onde não há ar e a temperatura é extremamente baixa — além de amostras de solo lunar, ou seja, pedaços da superfície da Lua trazidos à Terra por sondas soviéticas automáticas, sem a participação de seres humanos.
Uma parte separada do pavilhão é dedicada aos programas espaciais russos atuais, incluindo maquetes da Estação Espacial Internacional, uma estação orbital onde cosmonautas e astronautas de diferentes países vivem e trabalham continuamente, girando ao redor da Terra a uma altura de cerca de 400 quilômetros.

Sérgio de Radonej ganhou, ao longo da vida, enorme autoridade — não apenas entre os fiéis comuns, mas também entre príncipes, isto é, os governantes de territórios russos individuais numa época em que ainda não existia um único Estado russo unificado, e o país era dividido em vários pequenos principados. Acredita-se que foi Sérgio quem abençoou o príncipe Dmitri Donskói antes de uma batalha decisiva contra tropas mongóis e tártaras em 1380 — um confronto que se tornou um dos primeiros grandes sucessos dos territórios russos na luta contra quase dois séculos de domínio de invasores vindos do leste. Depois da morte de Sérgio, a Igreja o canonizou, ou seja, o reconheceu oficialmente como um exemplo de vida virtuosa, digno de veneração especial, e hoje ele é considerado um dos santos mais reverenciados de toda a história da ortodoxia russa.
O mosteiro fundado por Sérgio cresceu ao longo dos séculos e, com o tempo, se transformou numa fortaleza poderosa, cercada por muralhas altas de pedra e torres — não apenas um local religioso, mas também um ponto estratégico militar. Entre 1608 e 1610, o mosteiro resistiu a um cerco de tropas polaco-lituanas que durou quase dezesseis meses: o inimigo tentou render a fortaleza pela fome, cortando seu abastecimento de comida, mas os defensores resistiram, e o cerco acabou sendo abandonado. Esse episódio se tornou um dos símbolos da resistência do país contra invasões estrangeiras num período da história russa conhecido como Tempo das Perturbações — uma época de caos político, guerras internas e intervenção estrangeira no início do século XVII.
Dentro do complexo da lavra há vários grandes templos, construídos em diferentes períodos históricos a partir do século XV. Um deles é a Catedral da Trindade, onde está sepultado o próprio Sérgio de Radonej, e onde também se encontra um dos exemplos mais famosos da pintura de ícones russa — o ícone "Trindade", pintado no início do século XV pelo artista Andrei Rublev, considerado o maior mestre da pintura religiosa de toda a história do país. O original do ícone está hoje guardado num museu em Moscou, enquanto na própria catedral fica exposta uma cópia exata, feita especialmente para a lavra.
Outra grande construção do complexo é a Catedral da Assunção, erguida no século XVI seguindo o modelo da catedral de mesmo nome situada no Kremlin de Moscou, descrita em outro cartão desta coleção. A construção foi iniciada pelo czar Ivan, o Terrível, que queria que o templo principal da lavra se parecesse arquitetonicamente com o templo principal do Estado russo. Dentro da catedral está sepultado Boris Godunov, um dos czares russos do final do século XVI e início do século XVII — um caso raro em que um governante do país foi enterrado não no Kremlin de Moscou, mas justamente aqui, no mosteiro.
No terreno da lavra também fica um campanário de cinco andares, uma torre para sinos com cerca de 88 metros de altura, ou seja, mais alta do que a maioria dos prédios residenciais de vários andares. A construção do campanário levou várias décadas do século XVIII, e por muito tempo ele permaneceu uma das estruturas mais altas de toda a Rússia. O campanário ainda hoje abriga um conjunto de sinos em funcionamento, cujo toque pode ser ouvido durante as cerimônias religiosas.
Hoje a Lavra da Trindade-São Sérgio continua sendo um mosteiro masculino em atividade — ou seja, um lugar onde monges vivem e rezam permanentemente —, e não apenas um monumento histórico ou um museu. Ao mesmo tempo, a lavra está aberta a visitantes e turistas, que podem percorrer o terreno, entrar nas catedrais e observar o cotidiano da comunidade monástica. Em 1993, a lavra foi incluída na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO, a organização internacional responsável por identificar e proteger locais de valor excepcional para toda a humanidade, e não apenas para um único país.


A decoração do restaurante é feita num estilo contemporâneo, que contrasta fortemente com o entorno histórico do lado de fora: janelas panorâmicas oferecem vista direta para a Praça Vermelha e para as muralhas do Kremlin, também descrito em outro cartão desta coleção, criando uma combinação incomum — um ambiente ultramoderno por dentro e um dos panoramas históricos mais reconhecíveis do mundo do lado de fora.
O restaurante é voltado principalmente a turistas e moradores locais de alto poder aquisitivo em busca não apenas de um jantar, mas de uma experiência gastronômica completa, combinada com uma das melhores vistas do centro histórico de Moscou — o que o torna um local popular para ocasiões especiais, como jantares comemorativos, reuniões de negócios de alto nível e celebrações de eventos importantes.


Esse formato de restaurante é típico do segmento que a indústria da hospitalidade chama de fine dining — ou seja, estabelecimentos de alta gastronomia com apresentação cuidadosa dos pratos, atenção aos detalhes do serviço e, geralmente, um nível de preços mais elevado do que restaurantes comuns.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
12:00 – 00:00
Localização.
Hotel Nacional, Rua Mokhovaya, 15/1, 2º andar, Moscou
Custo médio.
R$ 600 – 800 por pessoa
Observação.
Reservar 14–30 dias antes


A decoração do café combina épocas de forma irônica: o salão principal, todo branco, é decorado com quadros de artistas soviéticos famosos do século XX, incluindo Kazimir Malevitch e Kuzmá Petrov-Vodkin, e no fundo há uma sala mais reservada, decorada em tons escuros de laca, lembrando uma caixa de Palekh — um artesanato tradicional russo conhecido por pinturas em miniatura sobre laca —, onde as paredes mostram cavaleiros vermelhos em movimento, e o teto dourado é encimado por uma estrela de rubi.
O cardápio do café gira em torno da culinária tradicional russa, servida numa interpretação contemporânea: caviar de esturjão, carne de caranguejo, pelmeni siberianos e panquecas com carne de caça convivem ali com mais de vinte opções de pratos com ovos no café da manhã — ou seja, pratos baseados em receitas nacionais clássicas, mas preparados e apresentados com técnicas culinárias atuais.


Das janelas do café é possível ver o Kremlin — o mesmo prédio visível do restaurante Beluga, um andar acima, descrito em outro cartão desta coleção —, e a localização no térreo do hotel torna o café um lugar especialmente conveniente para tomar café da manhã antes do início da programação diária do tour, sem precisar sair para a rua.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
Funciona 24 horas
Localização.
Hotel Nacional, Rua Mokhovaya, 15/1, 1º andar, Moscou
Custo médio.
R$ 200 – 300 por pessoa
Observação.
Reservar 7–14 dias antes


O cardápio do restaurante combina culinária japonesa, incluindo sushi e sashimi — peixe cru cortado em fatias finas —, com pratos internacionais e uma extensa carta de coquetéis, na qual a vodca ocupa um lugar especial: o bar conta com um especialista em vodca, que oferece aos clientes cerca de 400 tipos diferentes da bebida.
O terraço é especialmente popular na estação quente, e no inverno parte do espaço aberto é transformada num bar de inverno com paredes de vidro, para que os hóspedes possam apreciar a vista panorâmica da cidade mesmo no frio, sem precisar enfrentar o ar gelado de Moscou.


Além da comida e das bebidas, o O2 Lounge é conhecido por uma programação noturna intensa: DJs se apresentam ali praticamente todas as noites, e o próprio estabelecimento se posiciona não apenas como restaurante, mas também como um lugar de lazer noturno e coquetéis depois do jantar — ou seja, um formato que combina as funções de restaurante e bar ao mesmo tempo.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
17:00 – 00:00
Localização.
The Ritz-Carlton Moscow, Rua Tverskaya, 3, Moscou
Custo médio.
R$ 400 – 800 por pessoa
Observação.
Reservar 10–20 dias antes


O restaurante ocupa três andares com vários salões, sendo o mais conhecido a "Biblioteca", decorada com estantes de livros altas e móveis antigos, criando a atmosfera do escritório de um nobre educado do século XIX, ou seja, um integrante da classe alta à qual historicamente pertenciam muitos escritores russos, incluindo o próprio Púchkin.
O cardápio é composto por pratos da culinária russa e francesa da época de Púchkin — ou seja, da primeira metade do século XIX —, com nomes de pratos propositalmente antiquados, usando a grafia antiga das palavras russas anterior à reforma ortográfica de 1918.


O restaurante foi o primeiro estabelecimento russo a entrar na lista estendida de um importante ranking internacional dos melhores restaurantes do mundo, e continua sendo um dos lugares mais reconhecíveis para onde os moradores locais tradicionalmente levam visitantes estrangeiros em sua primeira vez em Moscou, para uma introdução à tradição gastronômica russa.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
10:00 – 22:00
Localização.
Rua Tverskoy Boulevard, 26A, Moscou / GUM, Praça Vermelha, 3, Moscou
Custo médio.
R$ 200 – 300 por pessoa
Observação.
Reservar 7–10 dias antes


Hoje o "Sétimo Céu" ocupa o terceiro lugar em altura entre todos os restaurantes giratórios do mundo, atrás apenas de estabelecimentos em torres de TV na cidade chinesa de Guangzhou e na canadense Toronto, e o oitavo lugar entre todos os restaurantes do planeta, considerando também os que não giram.
O cardápio do restaurante combina culinária russa e europeia numa interpretação autoral — ou seja, pratos reformulados pelo chef do restaurante a partir de receitas clássicas, mas com uma apresentação atual —, incluindo, por exemplo, uma sopa borsch batizada em homenagem à própria torre.


A entrada no restaurante só é possível pelo mirante da própria Torre de TV Ostankino: primeiro os visitantes sobem até o topo para ver o panorama da cidade a partir dos andares de observação, e depois descem alguns lances de escada para chegar à área do restaurante e do café.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
14:00 – 23:00
Localização.
Rua Akademika Korolyova 15, bloco 2, Moscou
Custo médio.
R$ 200 – 300 por pessoa
Observação.
Reservar 10–15 dias antes


A fachada do teatro é decorada com uma composição escultórica de bronze — uma quadriga de Apolo, ou seja, uma carruagem puxada por quatro cavalos, conduzida pelo deus grego das artes, Apolo. Essa escultura se tornou um dos símbolos mais reconhecíveis não só do teatro, mas da cultura russa em geral, ao lado das cúpulas da Catedral de São Basílio, descrita em outro cartão desta coleção.
Ao longo de quase dois séculos e meio de existência, o teatro pegou fogo e foi reconstruído várias vezes, e seu repertório atravessou diversas mudanças de época: do Império Russo, passando pela União Soviética, o Estado que existiu entre 1922 e 1991, até a Rússia atual, mantendo, ao longo de todo esse tempo, o status de principal palco de ópera e balé do país.


A companhia do teatro já recebeu diversos prêmios de prestígio, incluindo o "Máscara de Ouro" — o principal prêmio teatral da Rússia contemporânea —, e o próprio teatro realiza turnês regulares, ou seja, apresentações fora de sua sede permanente, em outros países do mundo, o que consolidou seu status como um dos símbolos culturais mais reconhecíveis da Rússia em nível internacional.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
19:00 – 22:00
Localização.
Praça Teatralnaya, 1, Moscou, Rússia
Custo médio.
R$ 180 – 1.500 por pessoa
Observação.
Ingressos 30–60 dias antes


Dentro do complexo funcionam várias salas de concerto de tamanhos diferentes, cada uma com sua própria acústica, ou seja, características sonoras que variam de acordo com a forma do espaço e os materiais usados na decoração. O Grande Salão do conservatório é considerado uma das melhores salas de concerto do mundo em qualidade de som e recebe regularmente apresentações de músicos e orquestras de destaque vindos de diferentes países.
A instituição continua sendo uma das principais universidades de música não só da Rússia, mas do mundo: ali se formam músicos nas áreas de composição, regência — ou seja, a condução de uma orquestra ou coral durante uma apresentação — além de instrumentistas de diferentes instrumentos e cantores.


Além das atividades de ensino, o conservatório está aberto ao público em geral como espaço de concertos: os ingressos para apresentações podem ser comprados da mesma forma que em qualquer outra sala de concertos da cidade, o que torna possível assistir a um concerto de música clássica numa das noites livres da programação do tour, sem necessidade de ser estudante ou ter qualquer vínculo com a formação musical.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
18:00 – 21:00
Localização.
Rua Bolshaya Nikitskaya, 13/6, Moscou
Custo médio.
R$ 60 – 300 por pessoa
Observação.
Ingressos 15–30 dias antes


A acústica das salas — ou seja, as características sonoras que variam de acordo com a forma do espaço e os materiais usados no acabamento — foi desenvolvida pelo especialista japonês Yasuhisa Toyota, responsável pelo projeto de mais de 50 salas de teatro e concerto ao redor do mundo. As paredes e o teto são revestidos com madeira maciça de mogno, e o piso do palco é feito de um cedro especial, escolhido justamente pela qualidade sonora que proporciona.
Uma das principais atrações da sala é o maior órgão de Moscou e um dos maiores da Europa, composto por 5.872 tubos individuais. O instrumento foi projetado e fabricado na cidade francesa de Estrasburgo, e depois transportado para Moscou em diversas etapas: só o empacotamento de todas as peças do órgão levou cerca de dois meses, e a instalação e afinação do instrumento duraram mais de dois anos.


No palco da Zariádie já se apresentaram alguns dos músicos mais conhecidos da atualidade, incluindo a cantora de ópera Anna Netrebko e o pianista Denis Matsuev, e a diversidade do repertório — da música clássica e jazz a projetos multigênero contemporâneos — torna a sala uma opção conveniente para uma noite livre durante a programação do tour, independentemente das preferências musicais de cada um.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
19:00 – 21:00
Localização.
Parque Zariádie, Rua Varvarka, 6, Moscou
Custo médio.
R$ 90 – 360 por pessoa
Observação.
Ingressos 15–20 dias antes


No final do século XIX, a identidade da região mudou novamente: no lugar dos nobres, passaram a viver ali pessoas de diferentes classes sociais dedicadas ao trabalho intelectual, à ciência, à literatura ou às artes, e não necessariamente detentoras de um título nobre por nascimento. A rua foi, aos poucos, se tornando associada à vida criativa e intelectual de Moscou, e não apenas à moradia da nobreza.
Hoje o Arbat é uma rua totalmente para pedestres, com 1.200 metros de extensão, livre da circulação de carros, o que torna o passeio especialmente confortável. Ao longo da rua há lojinhas de souvenires, artistas de rua que se oferecem para fazer retratos na hora e músicos que se apresentam diretamente na calçada — uma atmosfera que atrai turistas em qualquer época do ano.


Considerando a proximidade com o Hotel National, um passeio pelo Arbat pode ser facilmente combinado com uma noite livre depois de um dia cheio de atividades do tour — o trajeto não exige o uso do metrô ou de outro transporte, podendo se tornar uma extensão natural do contato com o centro de Moscou no próprio ritmo de cada um.
Período da visita.
11 — 15 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
10:00 – 22:00
Localização.
Rua Arbat, Moscou
Custo médio.
Souvenirs R$ 30 – 300
Observação.
Atenção à multidão e aos preços


A bordo dos iates funcionam restaurantes com culinária internacional, ou seja, um cardápio que reúne pratos de diferentes países, e não apenas da culinária russa, além de uma extensa carta de bar. Os passageiros podem escolher entre diferentes categorias de salões — do salão principal a opções mais reservadas e sofisticadas, que variam em nível de conforto e privacidade.
Além dos passeios regulares programados, a flotilha organiza também cruzeiros temáticos — por exemplo, noites musicais com jazz ao vivo ou peças de teatro encenadas diretamente a bordo enquanto o barco navega pelo rio, transformando um passeio comum em um evento cultural à parte.


Como o píer fica em outra região de Moscou, vale reservar um tempo específico numa noite livre da programação do tour para essa visita — é possível chegar de metrô ou táxi, e o passeio costuma durar cerca de uma hora e meia sem paradas.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
13:00 – 23:00
Localização.
Hotel Radisson, Kutuzovsky Prospekt, 2/1, bloco 1, Moscou
Custo médio.
R$ 120 – 360 por pessoa
Observação.
Ingressos 7–10 dias antes

Pedro, o Grande, concebeu a nova cidade como uma "janela para a Europa" — uma expressão que significa um ponto por onde a Rússia poderia se relacionar diretamente com os países europeus: comerciar, absorver novas tecnologias, conduzir relações diplomáticas. Isso diferenciava profundamente a nova cidade de Moscou, a antiga capital da Rússia, que ficava longe das rotas marítimas e era vista por muitos na Europa como um país isolado dos processos que aconteciam no continente. Pedro queria que a nova capital ficasse à beira-mar e fosse aberta ao contato direto com o mundo.
A construção avançou num ritmo extremamente rápido: o czar acompanhava pessoalmente muitos detalhes do projeto e convidava arquitetos, engenheiros e mestres de obra vindos de diferentes países europeus — Itália, França, Holanda —, que trouxeram consigo estilos arquitetônicos europeus até então desconhecidos na construção russa. Como resultado, a cidade, desde o início, teve uma aparência bem diferente das cidades russas tradicionais da época — com ruas largas e retas, palácios de pedra e um planejamento urbano regular, ou seja, um traçado de ruas e quarteirões definido previamente, de forma geometricamente organizada.
Já em 1712, menos de dez anos depois da fundação, Pedro, o Grande, transferiu para lá a capital da Rússia, que até então era Moscou — e a cidade permaneceu como capital principal do país por mais de dois séculos, até 1918, quando a capital voltou a ser Moscou, já depois da Revolução de Outubro, um evento de 1917 no qual houve uma mudança de governo na Rússia e foi criado um novo Estado sob o comando do Partido Comunista.
Hoje o centro histórico de São Petersburgo, construído principalmente entre os séculos XVIII e XIX, é reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO, a organização internacional responsável por identificar e proteger locais de valor excepcional para toda a humanidade. A cidade é conhecida por sua rede de canais e rios, que a atravessam em diferentes direções — por isso, às vezes, é comparada a Veneza, a cidade italiana também construída sobre a água e famosa por seus canais.

O Grande Almirantado ergue-se no coração de São Petersburgo, às margens do rio Neva, impressionando por sua escala e elegância. Mais que um edifício monumental, ele marca o nascimento da marinha russa moderna: ali funcionou o primeiro estaleiro da cidade e o centro de comando naval. Sua fachada com colunatas, esculturas e arcos simboliza a união entre arte e poder, enquanto a torre dourada coroada por um pequeno navio tornou-se um dos ícones mais reconhecíveis da cidade.
Do Almirantado partem três das principais avenidas de São Petersburgo — Nevsky, Gorokhovaya e Voznesensky — formando o famoso “tridente do Almirantado”. Estar diante do edifício é estar no ponto de convergência da vida urbana e histórica da cidade. Atualmente abriga o Comando da Marinha da Federação Russa e, embora não seja aberto ao público, sua presença domina o cenário e convida à contemplação ao longo do Neva.
Mais que sede administrativa, o Almirantado é um símbolo da vocação marítima da Rússia. Sua torre dourada visível de vários pontos tornou-se referência e orgulho para os moradores. Para o visitante, representa a harmonia entre arquitetura, história e identidade nacional — um monumento que expressa o espírito naval e a grandeza cultural de São Petersburgo.
O relógio instalado na torre do Almirantado tem uma curiosidade pouco conhecida: ele foi montado de frente para o rio Nevá, e não para a rua principal da cidade. Isso acontecia porque, nos primeiros tempos, era mais comum que autoridades e visitantes importantes chegassem ao prédio de barco do que a pé ou de carruagem — a cidade, cortada por canais e rios, tinha na navegação fluvial um dos principais meios de deslocamento entre pontos importantes.
Durante o Cerco de Leningrado, um episódio da Segunda Guerra Mundial em que a cidade, então chamada Leningrado, ficou isolada por tropas alemãs entre 1941 e 1944, a agulha dourada do Almirantado precisou ser camuflada. Uma equipe de alpinistas subiu até o topo da torre e cobriu o dourado com uma tinta cinza fosca, para que o brilho do metal não servisse como ponto de referência para a artilharia inimiga mirar a cidade durante os bombardeios.
O interior do prédio guarda uma sala conhecida como Salão dos Almirantes Gerais, decorada com retratos de comandantes navais que ocuparam o cargo mais alto da frota russa ao longo dos séculos. O espaço não é aberto ao público em geral, já que o edifício continua em uso administrativo ativo pela Marinha russa, e não funciona como museu.
Ao redor do Almirantado existe hoje um jardim público, aberto para caminhadas, com bancos, árvores e um pequeno chafariz. Esse espaço verde foi criado no século XIX, quando o entorno do prédio deixou de ter função militar e passou a receber tratamento paisagístico, transformando uma área antes reservada e cercada em um ponto de passeio acessível a qualquer morador ou visitante da cidade.

O jardim se estende em uma faixa estreita ao longo de todo o prédio do Almirantado, separando-o de uma das principais praças da cidade. Essa localização faz do jardim uma continuação natural do roteiro de passeio para turistas que caminham da Praça do Palácio — a praça central de São Petersburgo, descrita em outro cartão — até outros pontos turísticos do centro histórico.
No jardim há vários monumentos dedicados a figuras conhecidas da cultura e da ciência russas, incluindo bustos — representações esculpidas de uma pessoa, limitadas à cabeça e à parte superior do corpo — de escritores e cientistas que viveram no século XIX. Essa decoração era típica dos jardins públicos daquela época: além da função de lazer, os parques frequentemente serviam também como espaço de educação cívica e patriótica para os moradores da cidade.
Uma das características marcantes do jardim são as castanheiras — árvores com folhas grandes e características, e frutos envoltos numa casca espinhosa —, trazidas para a cidade especificamente para o paisagismo e que se adaptaram bem ao clima local, apesar de essa árvore não ser, em geral, uma espécie tradicional da Rússia.
Hoje o jardim continua sendo um dos espaços públicos mais movimentados do centro histórico de São Petersburgo — um local de descanso para os moradores e um ponto quase obrigatório no roteiro dos turistas, já que dali é possível avistar diversos pontos turísticos importantes da cidade ao mesmo tempo: o Almirantado, a Praça do Palácio e a Catedral de Santo Isaac, também descrita em outro cartão desta coleção.

A obra foi realizada pelo escultor francês Étienne Maurice Falconet, convidado especialmente por Catarina II para vir da França. O escultor trabalhou no projeto por doze anos — muito mais tempo do que estava previsto inicialmente —, buscando fazer com que o cavalo parecesse ao mesmo tempo em movimento e estável, apesar de toda a escultura se apoiar em apenas três pontos: as duas patas traseiras do cavalo e sua cauda.
O pedestal — ou seja, a base sobre a qual a escultura está apoiada — é um único bloco de granito com mais de 1.600 toneladas, encontrado nas proximidades de São Petersburgo. O transporte dessa pedra até o local de instalação se tornou, por si só, um desafio de engenharia: o bloco foi movido ao longo de vários meses, primeiro sobre trilhos especialmente construídos, com esferas de cobre que rolavam dentro de calhas, e depois pela água, a bordo de uma balsa, uma embarcação de carga de fundo chato.
Sob as patas dianteiras do cavalo, o escultor colocou uma serpente — um símbolo geralmente interpretado como representação dos obstáculos e inimigos vencidos por Pedro, o Grande, no caminho de suas reformas. A figura do imperador, por sua vez, não está vestida com o uniforme militar de sua época, mas com trajes soltos que lembram vestimentas da Antiguidade, ou seja, características da Grécia e da Roma antigas — um recurso usado para sugerir uma grandeza não presa a um momento específico, mas histórica e atemporal.
O monumento sobreviveu ao Cerco de Leningrado, um episódio da Segunda Guerra Mundial em que a cidade, então chamada Leningrado, ficou cercada por tropas alemãs entre 1941 e 1944. Durante o cerco, a estátua foi coberta com sacos de areia e painéis de madeira, para protegê-la de possíveis danos causados por bombardeios de artilharia, e o monumento de fato resistiu, ao contrário de muitas outras construções da cidade, seriamente danificadas naquele período.

A cúpula da catedral, ou seja, seu teto arredondado, é revestida com ouro de verdade — mais precisamente, uma fina camada de folha de ouro aplicada sobre placas de cobre. Foram usados mais de 100 quilos de ouro puro na douração da cúpula, e a técnica utilizada — chamada douração a fogo — era tão tóxica para os trabalhadores, por causa dos vapores de mercúrio usados no processo, que, depois da conclusão da catedral, essa técnica foi completamente proibida na Rússia.
As paredes e colunas da catedral são revestidas com mármore colorido e outras pedras decorativas, trazidas de diferentes regiões da Rússia e de outros países, incluindo malaquita e lápis-lazúli — pedras ornamentais preciosas de cor verde e azul intensas, respectivamente. Apenas uma coluna podia levar vários anos de trabalho de artesãos especializados em lapidação de pedra, e o peso total do edifício, segundo algumas estimativas, ultrapassa 300 mil toneladas — por isso, foi necessário reforçar de forma especial o solo sob a fundação, já que o terreno de São Petersburgo, como explicado no cartão sobre a própria cidade, é majoritariamente pantanoso e instável.
A decoração interna da catedral inclui ícones em mosaico — imagens feitas com pequenos fragmentos de vidro ou pedra colorida —, usados no lugar da pintura mural comum, porque o clima úmido e frio de São Petersburgo destruía rapidamente os afrescos feitos com tinta a óleo. Alguns painéis de mosaico maiores levaram até dez anos de trabalho de artesãos, cada um treinado para reproduzir com precisão a pintura original usando milhares de pequenos fragmentos coloridos.
A catedral também é decorada com enormes portas de bronze com cenas bíblicas em relevo, fundidas seguindo o modelo das famosas portas do batistério de Florença, na Itália — ou seja, o edifício onde, na tradição cristã, é realizado o batismo. Cada porta pesa mais de 20 toneladas, e sua criação levou cerca de vinte anos de trabalho de escultores e fundidores.
Durante o Cerco de Leningrado, um episódio da Segunda Guerra Mundial em que a cidade, então chamada Leningrado, ficou cercada por tropas alemãs entre 1941 e 1944, a cúpula da catedral foi pintada de cinza como camuflagem, para que seu brilho dourado não servisse de referência para a artilharia inimiga durante os bombardeios. Nos porões da catedral, guardavam-se, nesse período, peças valiosas de museus retiradas de outros prédios da cidade para protegê-las dos ataques aéreos.
Durante a era soviética, quando o governo comunista então no poder promovia uma política de ateísmo estatal, os cultos religiosos na catedral foram interrompidos, e o edifício foi transformado em museu — instalou-se, inclusive, um pêndulo gigante sob a cúpula, usado para demonstrar visualmente a rotação da Terra, transformando o prédio numa ferramenta de propaganda científica e antirreligiosa. Hoje a catedral mantém seu status de museu, mas volta a receber cultos ortodoxos em datas religiosas, e do mirante na colunata — uma galeria aberta com colunas que contorna a cúpula por fora — é possível ver um panorama de todo o centro histórico de São Petersburgo.

No centro da praça se ergue a Coluna Alexandrina, um monumento de granito com mais de 47 metros de altura, instalado em 1834 em homenagem à vitória da Rússia sobre o exército do imperador francês Napoleão Bonaparte na guerra de 1812. A coluna se mantém sobre o pedestal apenas pelo próprio peso, sem qualquer elemento de fixação que a prenda à base — uma solução de engenharia considerada, na época, tão arriscada que o arquiteto responsável pela instalação supostamente ia todos os dias até um ponto distante da praça só para conferir se a coluna ainda estava de pé.
A praça é cercada pelo edifício do Estado-Maior General, antigo centro de comando militar do Império Russo, ligado por um arco gigantesco decorado com uma quadriga — uma antiga carruagem puxada por cavalos —, conduzida pela deusa da vitória. Essa composição associava simbolicamente as conquistas militares do Estado ao poder imperial, cuja residência ficava bem em frente, do outro lado da praça.
Em janeiro de 1905, essa praça foi palco de um evento que entrou para a história como Domingo Sangrento: uma marcha pacífica de trabalhadores, que caminhavam até o Palácio de Inverno para entregar uma petição ao imperador Nicolau II, foi atacada a tiros por tropas do governo, matando dezenas — e, segundo algumas estimativas, centenas — de pessoas. Esse episódio se tornou um dos principais fatores que impulsionaram as convulsões revolucionárias que se seguiriam no país.
Em outubro de 1917, foi justamente nessa praça e dentro do próprio Palácio de Inverno que aconteceram os eventos decisivos da Revolução de Outubro — uma insurreição armada que derrubou o governo provisório da Rússia e levou ao poder o partido comunista, liderado por Vladimir Lênin, que mais tarde fundaria a União Soviética, um Estado que existiu entre 1922 e 1991.
Durante a era soviética, a praça se tornou o principal palco de festividades estatais e desfiles militares — apresentações solenes de tropas e equipamentos militares — além de manifestações, ou seja, marchas em massa de cidadãos em apoio às políticas oficiais do governo. Muitos desses eventos eram transmitidos pela televisão para todo o país, como símbolo de força e unidade do Estado.
Hoje a Praça do Palácio continua sendo o principal espaço público de São Petersburgo: ali acontecem festas da cidade, shows ao ar livre e celebrações, incluindo a tradicional festa de formatura "Velas Escarlate", que recebeu esse nome em homenagem ao romance de mesmo título do escritor russo Aleksandr Grin — e turistas visitam o local para ver, reunidos num único conjunto arquitetônico, a Coluna Alexandrina, o Palácio de Inverno e o edifício do Estado-Maior General.

O acervo total do museu reúne mais de três milhões de peças — pinturas, esculturas, achados arqueológicos, joias e objetos de arte decorativa, ou seja, itens de uso prático trabalhados artisticamente, como móveis ou louças. Apenas uma pequena parte dessa coleção fica exposta ao mesmo tempo, já que é fisicamente impossível expor todos os itens simultaneamente nas salas; o restante fica guardado em depósitos — espaços especiais de armazenamento de itens de museu, não destinados à exibição contínua ao público.
O prédio do Palácio de Inverno em si foi construído em meados do século XVIII pelo arquiteto italiano Bartolomeo Rastrelli, a pedido da imperatriz Isabel Petrovna. O palácio foi feito no estilo barroco — uma corrente arquitetônica exuberante e ricamente decorada, difundida na Europa dos séculos XVII e XVIII —, e suas fachadas são pintadas num característico verde-turquesa, com detalhes decorativos em branco e dourado.
O acervo do museu inclui obras de alguns dos maiores artistas da história mundial: no Hermitage estão guardadas pinturas de Leonardo da Vinci, Rembrandt, Rafael, Michelangelo e Peter Paul Rubens — mestres do Renascimento e dos séculos seguintes, cujas obras hoje são consideradas entre as mais valiosas da história da pintura. Entre as peças mais famosas está "A Madona Litta", uma das poucas pinturas de Leonardo da Vinci reconhecidas como autênticas que sobreviveram até hoje.
Além da arte europeia, o museu apresenta amplas coleções arqueológicas, incluindo achados de túmulos citas — antigos montes funerários de um povo nômade que habitava territórios da atual Rússia e países vizinhos há mais de dois mil anos. Entre esses achados estão joias de ouro e objetos do cotidiano, produzidos com uma habilidade artesanal excepcional, apesar do modo de vida nômade de seus criadores.
Durante o Cerco de Leningrado, um episódio da Segunda Guerra Mundial em que a cidade, então chamada Leningrado, ficou cercada por tropas alemãs entre 1941 e 1944, uma parte significativa do acervo do museu foi evacuada para o interior do país, para proteger as obras de arte de uma possível destruição durante os bombardeios. Os funcionários que permaneceram na cidade sitiada, em condições extremamente difíceis, incluindo uma fome generalizada, continuaram cuidando das peças que restaram e chegaram até a conduzir visitas guiadas dentro do museu, apesar da falta de aquecimento e do perigo constante de ataques.
Hoje o museu utiliza gatos — animais domésticos comuns — para proteger os depósitos contra roedores, ou seja, ratos e camundongos capazes de danificar as peças do acervo. Essa tradição remonta à época dos imperadores: os primeiros gatos foram trazidos ao palácio no século XVIII especificamente para essa função, e desde então os animais são oficialmente considerados parte da equipe do museu, recebendo alimentação e cuidados veterinários como os demais funcionários da instituição.
O projeto foi criado pelo arquiteto Andrei Voronikhin, um ex-servo — isto é, uma pessoa que juridicamente pertencia a um proprietário de terras de origem nobre e não tinha o direito de decidir livremente sobre a própria vida. Voronikhin recebeu educação graças a seu senhor, o conde Aleksandr Stróganov, e depois obteve a liberdade formal, isto é, foi oficialmente libertado da servidão, tornando-se um dos arquitetos mais requisitados da Rússia de sua época.
A construção da catedral foi feita exclusivamente por artesãos russos e com materiais extraídos dentro do próprio país — uma decisão deliberada do imperador Paulo I, que queria provar que a Rússia era capaz de erguer um edifício monumental em nível europeu sem recorrer a especialistas estrangeiros, geralmente convidados para projetos de grande porte como esse.
Depois da vitória da Rússia sobre o exército do imperador francês Napoleão Bonaparte na guerra de 1812, a catedral passou a ser vista como um monumento a essa vitória. Ali está sepultado o marechal-de-campo Mikhail Kutúzov — comandante-chefe do exército russo naquela guerra —, e dentro do templo estão guardadas bandeiras capturadas do inimigo e chaves de cidades tomadas pelas tropas russas do exército francês em retirada.
A decoração interna da catedral inclui 56 colunas de granito rosa, cada uma esculpida de um único bloco de pedra, e não montada a partir de blocos separados — um desafio técnico considerável para o início do século XIX. O piso da catedral é revestido com mosaico — um padrão feito de pequenos fragmentos de pedra —, incluindo minerais raros trazidos dos Urais, uma região montanhosa da Rússia rica em diferentes tipos de recursos minerais.
Durante a era soviética, quando o governo comunista então no poder promovia uma política de ateísmo estatal, a catedral foi fechada para cultos e transformada no Museu de História da Religião e do Ateísmo — uma instituição em que os visitantes recebiam explicações, sob uma perspectiva antirreligiosa, sobre a origem e, segundo a ideologia oficial da época, a falsidade de diferentes crenças religiosas. Esse tipo de uso de um antigo templo fazia parte de uma prática mais ampla do governo daquele período.
Os cultos ortodoxos regulares só foram retomados na catedral nos anos 1990, já depois do fim da União Soviética, o Estado que existiu entre 1922 e 1991. Hoje a Catedral de Kazan funciona simultaneamente como templo em atividade e como um dos principais pontos turísticos arquitetônicos da Avenida Nevsky, a rua mais famosa e movimentada de São Petersburgo, descrita em outro cartão desta coleção.

Um trecho do calçamento de paralelepípedos — isto é, o revestimento de rua feito com pedras arredondadas — com o local exato onde o imperador foi ferido foi preservado dentro do próprio edifício, sob um dossel especial, uma cobertura decorativa sustentada por quatro colunas, como uma relíquia memorial. É um caso raro em que os arquitetos literalmente incorporaram o local real da tragédia dentro das paredes do templo que estava sendo construído, em vez de apenas instalar uma placa comemorativa ao lado.
O estilo arquitetônico da igreja foi propositalmente diferente das demais construções de São Petersburgo, majoritariamente marcadas por tradições europeias. O edifício foi projetado no estilo russo, lembrando as catedrais de Moscou dos séculos XVI e XVII, com cúpulas coloridas em formato de cebola — as mesmas encontradas na Catedral de São Basílio, em Moscou, descrita em outro cartão desta coleção. Essa escolha de estilo tinha a intenção de reforçar a ligação do novo templo com as tradições nacionais, em contraste com a arquitetura europeia predominante na própria São Petersburgo.
A decoração interna da igreja é composta quase inteiramente por mosaicos — imagens feitas com pequenos fragmentos de vidro ou pedra colorida —, em vez da pintura mural comum. A área total coberta por mosaicos ultrapassa 7.000 metros quadrados, o que torna essa coleção uma das maiores desse tipo em toda a Europa. Dezenas de artistas trabalharam na criação dos mosaicos ao longo de quase vinte anos.
Em 1917, depois da Revolução de Outubro — um evento que provocou uma mudança de governo na Rússia e levou à criação de um novo Estado sob o comando do partido comunista —, a igreja perdeu seu financiamento e foi gradualmente entrando em decadência. Durante a era soviética, quando o governo então no poder promovia uma política de ateísmo estatal, o edifício foi usado para fins não religiosos: em diferentes períodos, funcionou como depósito, necrotério — ou seja, um local para guardar temporariamente corpos de pessoas falecidas — e armazém de cenários de um teatro próximo.
Durante o Cerco de Leningrado, um episódio da Segunda Guerra Mundial em que a cidade, então chamada Leningrado, ficou cercada por tropas alemãs entre 1941 e 1944, o edifício da igreja foi usado para armazenar batatas, o que fez com que ganhasse, de forma popular e bem-humorada, o apelido de "Salvador das Batatas" — uma referência irônica ao nome oficial do templo, em homenagem a seu uso temporário e nada religioso.
A restauração da igreja levou cerca de vinte e sete anos e só terminou em 1997, já depois do fim da União Soviética, o Estado que existiu entre 1922 e 1991. Hoje o Spas na Krovi funciona como museu, e não como uma igreja paroquial em atividade: não há cultos religiosos regulares ali, mas o edifício continua sendo um dos principais pontos turísticos de São Petersburgo, reconhecível por suas cúpulas coloridas e vibrantes, que contrastam fortemente com a arquitetura europeia sóbria dos bairros ao redor.

Ao todo, foram feitos 50 ovos de Páscoa para a família imperial, cada um levando cerca de um ano de trabalho minucioso dos artesãos. Dentro de cada ovo havia uma surpresa escondida — um pequeno objeto mecânico ou decorativo, muitas vezes movido por um mecanismo de corda oculto, isto é, um dispositivo acionado manualmente por uma mola que é enrolada, sem uso de eletricidade. Por exemplo, dentro de um dos ovos há um trenzinho funcional em miniatura, e dentro de outro, uma réplica em miniatura do palácio imperial.
Depois da revolução de 1917, que provocou uma mudança de governo na Rússia e encerrou a monarquia no país, o novo governo soviético passou a ver as joias imperiais principalmente como uma fonte de moeda estrangeira. Boa parte da coleção Fabergé foi vendida no exterior nas décadas de 1920 e 1930, o que fez com que muitos dos ovos hoje estejam espalhados por coleções particulares e museus de diferentes países, e sua localização exata ficou desconhecida por muito tempo.
O museu no Palácio Shuvalov pertence ao empresário russo Viktor Vekselberg, que ao longo de várias décadas comprou de forma deliberada peças da Fabergé em leilões internacionais — vendas públicas em que os objetos vão para quem oferece o maior preço —, buscando trazer de volta à Rússia o máximo possível de itens imperiais perdidos no exterior.
O acervo do museu guarda nove dos cinquenta ovos de Páscoa imperiais — a maior coleção do mundo desse tipo de peça, depois do que permanece na própria Rússia, em museus estatais. Além dos ovos, a exposição reúne outras joias da Casa de Fabergé: talheres de prata, adornos, objetos decorativos e porta-retratos, que mostram a habilidade e a variedade da produção dessa joalheria.
Alguns dos ovos imperiais perdidos ainda são considerados desaparecidos até hoje, e sua localização é desconhecida até mesmo para colecionadores e pesquisadores especializados. Em 2014, um desses ovos, havia muito tempo dado como perdido, foi encontrado por acaso num mercado de pulgas — um local de venda de rua de objetos usados — por um comerciante americano de sucata, que comprou a peça por um preço muito abaixo de seu verdadeiro valor, já que não sabia de sua origem.

O palácio foi construído no estilo barroco — uma corrente arquitetônica exuberante e ricamente decorada, difundida na Europa dos séculos XVII e XVIII. A fachada do edifício é pintada num azul vibrante, com colunas brancas e detalhes decorativos dourados, e seu comprimento total ultrapassa 300 metros, o que faz dele um dos edifícios palacianos mais extensos da Rússia.
O cômodo mais famoso do palácio é a Sala de Âmbar, cujas paredes eram totalmente revestidas de âmbar — resina fossilizada de árvores coníferas que, ao longo de milhões de anos, adquire dureza e um tom característico entre o amarelo-mel e o marrom. Os painéis de âmbar originais foram feitos no início do século XVIII por artesãos alemães e presenteados ao imperador russo Pedro, o Grande, como um gesto diplomático do rei da Prússia, governante de um Estado alemão vizinho.
Durante a Segunda Guerra Mundial, quando as tropas alemãs ocuparam, ou seja, tomaram à força militar, o território de Tsarskoye Selo em 1941, os soldados desmontaram completamente a Sala de Âmbar e a levaram para a Alemanha. Desde então, o destino dos painéis originais de âmbar permanece desconhecido: eles foram procurados por décadas, dezenas de teorias surgiram sobre seu possível paradeiro, incluindo hipóteses de que a sala teria sido destruída em bombardeios ou escondida em túneis subterrâneos, mas nenhuma resposta definitiva jamais foi encontrada.
Como não foi possível localizar o original, em 1979 artesãos russos começaram a reconstruir a Sala de Âmbar do zero, usando fotografias e descrições antigas como referência. O trabalho levou mais de vinte anos e só terminou em 2003 — a sala recriada hoje é praticamente idêntica ao original perdido, embora seja tecnicamente uma obra de arte totalmente nova, e não um item original restaurado.
Além da Sala de Âmbar, o palácio conserva outros salões luxuosamente decorados, incluindo o Grande Salão — o principal espaço cerimonial do palácio, destinado a recepções solenes e bailes, isto é, noites de festa dedicadas à dança entre a nobreza. As paredes e tetos desse salão são decorados com talhas de madeira douradas e numerosos espelhos, que ampliam visualmente o já espaçoso ambiente.
Ao redor do palácio se estende o Parque Catarina — um extenso território com lagos, pavilhões, ou seja, pequenas construções decorativas, e alamedas, projetado em dois estilos diferentes: o regular, isto é, estritamente geométrico, com linhas retas e simetria, mais próximo do palácio, e o paisagístico, que imita a natureza selvagem em seu estado natural, nas partes mais distantes do parque.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o próprio palácio também sofreu sérios danos por causa dos combates e dos incêndios que se seguiram: uma parte significativa do edifício foi destruída, e por muito tempo as autoridades do pós-guerra chegaram a considerar seriamente a demolição total das ruínas restantes, em vez de restaurá-las. Essa decisão acabou sendo descartada, e a restauração do palácio continua, por partes, até hoje, oito décadas depois do fim da guerra.
Hoje o Palácio de Catarina funciona como museu e continua sendo um dos palácios de subúrbio mais visitados da Rússia, atraindo turistas não só pela beleza do próprio edifício e do parque, mas também pela história da Sala de Âmbar — um raro exemplo de uma obra de arte perdida que conseguiu ser recriada de forma praticamente idêntica mais de meio século depois de seu desaparecimento.

No centro da Grande Cascata está uma escultura que representa o herói bíblico Sansão rasgando a boca de um leão — a cena simboliza, de forma indireta, a vitória da Rússia sobre a Suécia, país vizinho contra o qual a Rússia travou uma longa guerra pelo acesso ao Mar Báltico: o leão era um dos elementos do brasão da Suécia, ou seja, o símbolo oficial do Estado sueco. Da boca do leão jorra o jato de água mais alto de todo o complexo, alcançando mais de 20 metros de altura.
Ao todo, o território de Peterhof reúne mais de 150 fontes e cascatas separadas, ou seja, quedas d'água em degraus que escorrem por saliências decorativas. A particularidade desse sistema é que ele funciona completamente sem bombas — dispositivos mecânicos que impulsionam a água usando eletricidade ou outra fonte de energia externa. Em vez disso, a água chega às fontes exclusivamente pela força da gravidade: ela vem de nascentes naturais e lagos localizados num terreno elevado, a alguns quilômetros do palácio, e desce depois por gravidade, isto é, pelo próprio peso, através de canais construídos especialmente até o complexo.
Pedro, o Grande, concebeu Peterhof como a resposta russa a Versalhes — a famosa residência de campo dos reis franceses perto de Paris, considerada na época o principal modelo de arquitetura de palácios e jardins na Europa. O czar visitou Versalhes pessoalmente durante uma viagem por países europeus e, ao voltar para a Rússia, decidiu criar seu próprio complexo, capaz de superar o original francês em escala e espetacularidade.
Além da Grande Cascata, o terreno de Peterhof abriga vários palácios e pavilhões separados, ou seja, pequenas construções decorativas, incluindo o Palácio Monplaisir — a residência particular do próprio Pedro, o Grande, decorada de forma muito mais simples e acolhedora do que os salões cerimoniais do palácio principal, já que o czar preferia receber pessoas próximas ali, num ambiente informal, em vez de realizar recepções oficiais solenes.
Durante a Segunda Guerra Mundial, quando as tropas alemãs ocuparam, ou seja, tomaram à força militar, o território de Peterhof em 1941, o complexo sofreu sérios danos: muitas esculturas foram roubadas ou derretidas, e os próprios palácios foram bastante prejudicados por incêndios e bombardeios. A reconstrução de Peterhof depois da guerra levou décadas, e parte das esculturas perdidas, incluindo a figura central de Sansão, precisou ser recriada do zero, com base em fotografias e documentos anteriores à guerra.
Hoje Peterhof continua sendo um dos complexos de subúrbio mais visitados da Rússia, e as fontes são ligadas seguindo um calendário rigoroso todo ano, geralmente do fim da primavera ao início do outono, já que no inverno o sistema precisa ser desligado: o frio torna inviável o funcionamento das fontes, e a água nos canos poderia congelar e danificar todo o sistema.

Uma das características marcantes do jardim são os caminhos sinuosos e os lagos dispostos de forma pitoresca, projetados para criar, em quem passeia, a sensação de uma paisagem natural e intocada — embora, na realidade, todo o parque tenha sido cuidadosamente planejado nos mínimos detalhes, incluindo a posição exata de cada árvore e a curva de cada caminho.
Do lado da margem do rio Moika, um dos rios que cortam o centro histórico de São Petersburgo, o jardim é separado por uma grade de ferro forjado — uma cerca decorativa feita de barras de metal unidas em padrões ornamentais. Essa grade também foi projetada pelo arquiteto Carlo Rossi, e é considerada um dos exemplos mais refinados de trabalho em ferro forjado, ou seja, a técnica de moldar metal por martelamento, na cidade.
O Museu Russo, instalado no palácio, é a maior coleção do mundo dedicada especificamente à arte russa, diferente do Hermitage, descrito em outro cartão desta coleção: aquele acervo está concentrado principalmente na arte europeia e mundial em geral. O acervo do Museu Russo reúne obras de todos os principais artistas russos ao longo de vários séculos, desde ícones antigos, ou seja, imagens religiosas, até pinturas do início do século XX.
Durante a era soviética, quando existia no país um sistema único de gestão estatal da cultura, o jardim foi reformado várias vezes — ou seja, reconstruído e atualizado —, alterando parcialmente o planejamento original concebido por Carlo Rossi. Alguns elementos decorativos foram perdidos, e certas áreas do jardim passaram a ter uma função mais prática e menos paisagística, adaptada às necessidades da época soviética.
Uma ampla restauração do jardim, ou seja, um trabalho de recuperação de sua aparência histórica, aconteceu já nos anos 2000, quando especialistas buscaram devolver ao parque uma composição o mais próxima possível do projeto original do arquiteto do século XIX, incluindo a recuperação de alguns elementos perdidos de paisagismo e construções do jardim.
Hoje o Jardim Mikhailovsky continua sendo um dos espaços públicos mais tranquilos e pitorescos do centro de São Petersburgo — e a visita ao jardim em si, diferente da visita ao museu dentro do palácio, é totalmente gratuita e está disponível durante todo o horário de funcionamento do parque.

A construção levou cerca de quatro anos, e Paulo I pessoalmente pressionava os trabalhadores, exigindo que a obra fosse concluída o mais rápido possível — acredita-se que ele pressentia sua morte iminente e queria se mudar para a nova residência, a mais protegida possível, antes que algo irreparável acontecesse. No fim, o castelo foi construído num prazo recorde para a época, sacrificando, em parte, a qualidade de algumas obras em nome da velocidade.
Todas as precauções não foram suficientes para salvar o imperador: apesar do fosso, das pontes e da guarda reforçada, Paulo I foi assassinado dentro do próprio quarto, apenas quarenta dias depois de se mudar para a nova residência, como resultado de uma conspiração de oficiais próximos a ele — participantes de um complô secreto cujo objetivo era afastar o imperador do poder. Os conspiradores entraram no castelo na noite de 12 de março de 1801 e estrangularam Paulo I no próprio quarto, o mesmo cômodo que deveria ser o lugar mais seguro de toda a Rússia.
Depois da morte de Paulo I, a família imperial deixou o castelo quase imediatamente, sem querer viver no edifício onde ocorrera o assassinato. A residência, construída para ser a principal fortaleza do governante, funcionou como moradia imperial por apenas quarenta dias — e nunca mais voltou a ser usada para seu propósito original.
Duas décadas depois desses eventos, em 1823, o prédio passou a abrigar uma escola militar de engenharia, da qual o castelo herdou seu segundo nome, hoje mais conhecido: Castelo dos Engenheiros. Entre os formados nessa escola estava o escritor russo Fiódor Dostoiévski, autor de romances mundialmente famosos, incluindo "Crime e Castigo", que estudou ali na década de 1830, muito antes de iniciar sua carreira literária.
A aparência arquitetônica do castelo é incomum para São Petersburgo: o edifício é pintado num tom laranja-rosado bem característico, que, segundo uma das versões da história, foi escolhido em homenagem à luva de uma favorita do imperador — ou seja, uma mulher que gozava de especial predileção dele —, deixada cair por ela num baile e vista por acaso por Paulo I, que definiu a partir dela o tom da futura pintura do edifício.
Hoje o Castelo Mikhailovsky faz parte do Museu Russo, descrito em outro cartão desta coleção, junto com o vizinho Jardim Mikhailovsky. Dentro dele funciona uma exposição dedicada tanto à história do próprio edifício e ao destino trágico de Paulo I quanto à pintura de retratos do acervo do Museu Russo.

Ganhou fama especial a grade de ferro fundido voltada para o rio Nevá, produzida entre 1770 e 1780 — uma grade fina e elegante, apoiada em pilares de granito, que se tornou um exemplo tão célebre de trabalho decorativo em ferro forjado, ou seja, a técnica de moldar metal artisticamente por martelamento, que já no século XIX viajantes estrangeiros vinham especialmente a São Petersburgo para ver essa grade, ao lado das demais principais atrações da cidade.
O jardim preserva dezenas de estátuas de mármore dos séculos XVII e XVIII, a maioria representando personagens da mitologia da Antiguidade — antigos deuses e heróis gregos e romanos. Todo inverno, as estátuas são cobertas com caixas de madeira e capas costuradas especialmente para proteger o mármore do frio e das chuvas, já que essa pedra é um material bastante frágil, que resiste mal a mudanças bruscas de temperatura e à umidade constante, típica do clima de São Petersburgo.
Uma das construções mais marcantes do jardim é o pavilhão "Casa de Chá", uma pequena construção decorativa do século XIX, além do Palácio de Verão de Pedro, o Grande, situado nas proximidades — sua residência particular, preservada até hoje quase em seu formato original, sendo um dos poucos edifícios autênticos, não reconstruídos, da época de Pedro que restam na cidade.
O traçado do jardim mudou ao longo dos séculos: uma grande enchente em 1777, ou seja, uma subida catastrófica do nível da água do rio que inundou boa parte do parque, destruiu muitos elementos originais da época de Pedro, incluindo fontes que depois nunca foram totalmente reconstruídas em sua forma original.
Durante a era soviética, quando existia no país um sistema único de gestão estatal da cultura, o jardim permaneceu aberto ao público em geral como um parque urbano comum, embora alguns elementos históricos de paisagismo — ou seja, do planejamento e da decoração do terreno — tenham sido, com o tempo, perdidos ou alterados conforme as ideias da época sobre urbanização.
Uma ampla restauração do jardim, concluída em 2012, provocou reações divididas entre os moradores da cidade: parte dos especialistas e dos habitantes comuns de São Petersburgo considerou a nova vegetação e os elementos recuperados excessivamente arrumados e "artificiais" — ou seja, com aparência nova demais, pouco autêntica —, em contraste com o visual mais natural e levemente desgastado ao qual estavam acostumados nas décadas anteriores.
Hoje o Jardim de Verão continua sendo um dos lugares de lazer preferidos pelos moradores de São Petersburgo, especialmente na estação quente, e ao mesmo tempo um ponto quase obrigatório nos roteiros turísticos, graças à combinação de esculturas históricas, à famosa grade e à proximidade com outras atrações do centro da cidade, incluindo o Campo de Marte e o Jardim Mikhailovsky, descritos em outros cartões desta coleção.

Aos poucos, a partir do século XVIII, começaram a surgir ao redor do campo monumentos isolados em homenagem a generais russos de destaque — comandantes militares que lideraram o exército em grandes batalhas —, o que transformou a praça de um espaço puramente funcional de reuniões militares em um lugar com significado memorial, isto é, dedicado à lembrança.
A função do campo mudou radicalmente depois da Revolução de Fevereiro de 1917 — o primeiro de dois eventos revolucionários daquele ano na Rússia, que derrubou a monarquia e transferiu o poder para um governo provisório. No Campo de Marte foram enterrados os mortos nos confrontos revolucionários, e mais tarde ali também passaram a existir sepulturas de vítimas da Revolução de Outubro que se seguiu e da Guerra Civil — um conflito armado entre diferentes forças políticas do país, que durou vários anos depois de 1917.
Em 1957, já na era soviética, foi acesa no Campo de Marte uma chama eterna — um fogo mantido aceso ininterruptamente, como símbolo de memória permanente aos mortos. Foi a primeira chama eterna acesa na União Soviética, o Estado que existiu entre 1922 e 1991, e foi a partir dela, segundo a versão oficial, que depois se acendeu a chama do Túmulo do Soldado Desconhecido em Moscou, junto às muralhas do Kremlin, descrita em outro cartão desta coleção.
O desenho arquitetônico do campo inclui um traçado regular — ou seja, uma disposição de caminhos e gramados planejada previamente, de forma geometricamente organizada —, definido na década de 1920, quando o terreno foi finalmente urbanizado e transformado num espaço que combina, ao mesmo tempo, funções de parque e de memorial.
Apesar da história trágica ligada a este lugar, hoje o Campo de Marte é visto pelos moradores da cidade mais como um espaço urbano comum, de passeio e lazer, do que como um local de luto — famílias com crianças caminham pelos gramados, e o próprio traçado aberto e espaçoso do campo o torna um local conveniente para a realização de eventos e celebrações da cidade.

Apesar de sua função militar, a fortaleza nunca precisou, em toda sua história, participar diretamente de combates — nenhum exército inimigo chegou perto o suficiente de São Petersburgo para atacar as fortificações. Assim, desde o início, a fortaleza cumpriu uma função mais dissuasória e simbólica, demonstrando o poder militar da jovem cidade, do que realmente sendo usada para seu propósito de combate direto.
A construção central da fortaleza é a Catedral de Pedro e Paulo, erguida no início do século XVIII segundo o projeto do arquiteto Domenico Trezzini, convidado especialmente da Suíça. A catedral é encimada por uma agulha dourada com mais de 122 metros de altura, que por muito tempo permaneceu a estrutura mais alta de São Petersburgo e uma das mais altas de toda a Rússia daquele período.
Dentro da catedral fica o mausoléu — o local de sepultamento — da maioria dos imperadores russos, começando pelo próprio Pedro, o Grande, e terminando com o último imperador, Nicolau II, cujos restos mortais, junto com os de membros de sua família, foram reenterrados ali apenas em 1998, oitenta anos depois de sua morte em 1918, quando a família foi fuzilada por ordem das novas autoridades soviéticas durante a Guerra Civil — um conflito armado entre diferentes forças políticas do país, que se seguiu à revolução de 1917.
Além das funções defensiva e religiosa, a fortaleza também foi usada, a partir do século XVIII, como prisão política — um local de detenção de pessoas cujas ideias ou ações eram consideradas perigosas pelo governo para o Estado. Entre seus prisioneiros estiveram o escritor Fiódor Dostoiévski, mais tarde autor de romances mundialmente famosos, incluindo "Crime e Castigo", além do próprio filho de Pedro, o Grande, o czarevich Alekséi, acusado de conspirar contra o pai e que morreu na prisão em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas pelos historiadores.
Uma das torres da fortaleza, o Bastião Narichkin, é conhecida por uma tradição antiga: exatamente ao meio-dia, todos os dias, um tiro de canhão é disparado dali. A tradição remonta ao século XVIII, quando o disparo do canhão era usado como sinal preciso para acertar os relógios em toda a cidade, já que não existia, na época, um sistema unificado de hora exata acessível a todos os moradores. A tradição foi interrompida apenas por algumas décadas durante a era soviética, mas depois foi retomada, e hoje o tiro do meio-dia continua sendo uma das tradições urbanas mais conhecidas, atraindo turistas especialmente para esse horário.
As muralhas da fortaleza são cercadas por uma praia de areia ao longo da margem do rio Nevá, que se tornou um local informal de lazer para os moradores durante a estação quente — embora a água do rio em São Petersburgo raramente esteja quente o suficiente para um banho confortável, os moradores locais tradicionalmente usam essa praia para tomar sol e dar mergulhos rápidos durante o curto verão nórdico.
Durante o Cerco de Leningrado, um episódio da Segunda Guerra Mundial em que a cidade, então chamada Leningrado, ficou cercada por tropas alemãs entre 1941 e 1944, a agulha dourada da catedral, assim como a cúpula da Catedral de Santo Isaac, descrita em outro cartão desta coleção, foi pintada com tinta de camuflagem, para que o brilho do metal não servisse de referência para a artilharia inimiga durante os bombardeios da cidade.
Hoje a Fortaleza de Pedro e Paulo funciona como um complexo de museus, parte do Museu Estatal de História de São Petersburgo, e continua sendo um dos principais pontos turísticos da cidade — o lugar de onde, literalmente, toda a cidade começou a se espalhar ao seu redor ao longo dos três séculos seguintes.

Para a nova proprietária da ilha, o arquiteto Carlo Rossi — o mesmo mestre que projetou a grade do Jardim Mikhailovsky, descrito em outro cartão desta coleção — construiu o Palácio Yelagin, uma residência de verão, ou seja, o local oficial de moradia sazonal da família imperial durante a estação quente. O palácio foi feito no estilo classicista — uma corrente arquitetônica voltada para proporções rígidas e simetria, características da arquitetura da Grécia e da Roma antigas, em contraste com o estilo barroco mais exuberante e ornamentado, predominante no século anterior.
Além do palácio principal, Rossi projetou na ilha várias construções auxiliares, incluindo um prédio de cozinha e estufas — espaços fechados com vidro para o cultivo de plantas que precisam de um clima mais quente do que permitem os invernos rigorosos de São Petersburgo. Todo o complexo de construções foi criado como um conjunto arquitetônico único, planejado até os mínimos detalhes do paisagismo.
Ao redor do palácio se estende um amplo parque paisagístico — uma corrente da arquitetura de jardins que imita a natureza selvagem em seu estado natural, em contraste com o estilo regular anterior, de linhas geométricas retas. O parque inclui vários lagos ligados por canais, e é considerado um dos cantos mais verdes e tranquilos de São Petersburgo, afastado da área densamente construída do centro histórico.
Depois da revolução de 1917, que provocou uma mudança de governo na Rússia e encerrou a monarquia no país, a ilha e o palácio foram nacionalizados — ou seja, passaram a pertencer ao novo Estado soviético — e, em diferentes períodos da história soviética, foram usados para diversas finalidades públicas, incluindo a instalação de um museu e de uma casa de repouso para trabalhadores, ou seja, uma instituição onde cidadãos soviéticos comuns podiam passar férias custeadas pelo Estado ou por um sindicato.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a ilha sofreu sérios danos: boa parte das construções históricas foi danificada ou destruída durante os combates e o Cerco de Leningrado, descrito em outros cartões desta coleção. A reconstrução do complexo levou muitos anos e avançou aos poucos ao longo de várias décadas depois da guerra.
Uma ampla restauração do Palácio Yelagin e de toda a ilha, ou seja, um trabalho de recuperação da aparência histórica original, só terminou nos anos 2010, quando especialistas buscaram recriar com a maior fidelidade possível os interiores e a composição do parque concebidos pelo arquiteto Carlo Rossi no início do século XIX.
Hoje a Ilha Yelagin funciona como um parque de cultura e lazer, aberto gratuitamente a todos os moradores e turistas, e o próprio palácio opera como um centro de museu e exposições, onde acontecem mostras temporárias — um caso raro em que uma antiga residência imperial se tornou um espaço público totalmente acessível, e não um museu fechado com acesso restrito.

O responsável por iniciar a construção foi Aguan Dorjiev — um monge budista e diplomata da etnia buriata, que representava os interesses do Dalai Lama, o líder espiritual do budismo tibetano, junto à corte imperial russa. A Buriácia é uma região no sul da Sibéria onde historicamente vive uma parte significativa dos budistas da Rússia, principalmente buriatos e calmucos, povos nativos que tradicionalmente seguem essa religião.
A arquitetura do templo segue os padrões da construção budista tibetana — ou seja, as tradições construtivas desenvolvidas no Tibete, uma região histórica no Himalaia, hoje parte do território da China. O edifício é decorado com símbolos budistas tradicionais, incluindo a Roda do Darma — uma roda de oito raios que, no budismo, simboliza os ensinamentos de Buda e o caminho para a libertação espiritual.
Uma das particularidades do interior do templo são os vitrais, projetados pelo artista russo Nicolas Roerich — um pintor que, mais tarde, ficou amplamente conhecido por seu interesse pela filosofia e pela cultura do Oriente, ou seja, dos países asiáticos, e que criou diversas obras sobre temas budistas e orientais.
Depois da revolução de 1917, que provocou uma mudança de governo na Rússia e encerrou a monarquia no país, o destino do templo foi dramático: na década de 1930, período de perseguições estatais severas contra qualquer religião, o edifício foi fechado, e o último abade — o principal líder religioso do mosteiro — foi reprimido, ou seja, preso e punido pelas autoridades por motivos políticos e religiosos.
Nas décadas seguintes, o prédio foi usado para fins não religiosos — em diferentes períodos, funcionou como laboratório de educação física, que estudava os efeitos do esporte no corpo humano, e como estação de rádio, responsável por transmitir sinais de interferência — ou seja, de bloqueio técnico proposital — de transmissões de rádio estrangeiras, consideradas ideologicamente hostis ao Estado soviético.
A atividade religiosa no templo só foi retomada em 1990, já nos últimos anos de existência da União Soviética, o Estado que existiu entre 1922 e 1991, quando a política estatal em relação à religião se tornou mais branda. A restauração do edifício levou ainda mais alguns anos, e só depois disso o templo foi totalmente devolvido à comunidade budista.
Hoje o Datsan Gunzechoinei continua sendo um mosteiro em atividade, onde cerimônias religiosas acontecem regularmente e monges budistas trabalham no local, além de estar aberto à visitação de turistas e de qualquer pessoa interessada na cultura budista — um exemplo raro, para a Europa, de um templo dessa religião que é autêntico e continua funcionando para seu propósito original, e não apenas uma peça de museu.

A forma arquitetônica da torre é incomum: o edifício é construído em torno de seu próprio eixo, ou seja, cada andar é ligeiramente girado em relação ao anterior, o que faz toda a estrutura parecer, visualmente, uma espiral. Além do efeito estético, essa forma também tem um propósito prático — ela reduz a pressão do vento sobre a estrutura, o que é especialmente importante em São Petersburgo, uma cidade com ventos fortes e frequentes vindos do Golfo da Finlândia, parte do Mar Báltico.
A construção do arranha-céu foi acompanhada de longas polêmicas entre os moradores de São Petersburgo: o projeto originalmente estava previsto para ser construído no centro histórico da cidade, num local de onde seria possível avistar diversos monumentos arquitetônicos dos séculos XVIII e XIX. Contra isso se manifestaram tanto moradores comuns quanto representantes da UNESCO — a organização internacional responsável por identificar e proteger locais de Patrimônio Mundial, categoria à qual pertence o centro histórico de São Petersburgo, conforme descrito em outro cartão desta coleção. No fim, o projeto foi transferido para o bairro de Lakhta, na periferia da cidade, bem distante da construção histórica.
O complexo inclui não apenas a torre de escritórios, mas também um prédio separado, de menor altura, além de um espaço público na base — com lojas, cafés e um centro científico infantil, ou seja, um lugar onde crianças podem conhecer fenômenos científicos e tecnologias de forma interativa e lúdica.
Em um dos andares superiores da torre há um mirante — um espaço aberto ao público, com janelas panorâmicas, de onde se avista toda São Petersburgo e seus arredores até o horizonte, em dias de tempo claro. A subida até o mirante leva menos de um minuto, graças a elevadores de alta velocidade, capazes de atingir velocidades bem superiores às de elevadores comuns em prédios residenciais ou de escritórios.
A construção do edifício sobre o solo pantanoso de São Petersburgo, cuja natureza é descrita no cartão sobre a própria cidade, exigiu soluções especiais de engenharia: sob a torre foram cravadas várias milhares de estacas, ou seja, longos pilares de apoio que penetram dezenas de metros no solo, para garantir estabilidade suficiente a uma construção tão alta e pesada.
Apesar dos protestos iniciais, hoje o Lakhta Center se tornou um dos novos símbolos reconhecíveis de São Petersburgo, ao lado das atrações históricas da cidade, e atrai turistas interessados em arquitetura contemporânea — um exemplo raro, dentro do panorama predominantemente histórico da cidade, de uma solução arquitetônica ousada e assumidamente moderna, que não tenta imitar os estilos dos séculos passados.
A forma arquitetônica da torre é incomum: o edifício é construído em torno de seu próprio eixo, ou seja, cada andar é ligeiramente girado em relação ao anterior, o que faz toda a estrutura parecer, visualmente, uma espiral. Além do efeito estético, essa forma também tem um propósito prático — ela reduz a pressão do vento sobre a estrutura, o que é especialmente importante em São Petersburgo, uma cidade com ventos fortes e frequentes vindos do Golfo da Finlândia, parte do Mar Báltico.
A construção do arranha-céu foi acompanhada de longas polêmicas entre os moradores de São Petersburgo: o projeto originalmente estava previsto para ser construído no centro histórico da cidade, num local de onde seria possível avistar diversos monumentos arquitetônicos dos séculos XVIII e XIX. Contra isso se manifestaram tanto moradores comuns quanto representantes da UNESCO — a organização internacional responsável por identificar e proteger locais de Patrimônio Mundial, categoria à qual pertence o centro histórico de São Petersburgo, conforme descrito em outro cartão desta coleção. No fim, o projeto foi transferido para o bairro de Lakhta, na periferia da cidade, bem distante da construção histórica.
O complexo inclui não apenas a torre de escritórios, mas também um prédio separado, de menor altura, além de um espaço público na base — com lojas, cafés e um centro científico infantil, ou seja, um lugar onde crianças podem conhecer fenômenos científicos e tecnologias de forma interativa e lúdica.
Em um dos andares superiores da torre há um mirante — um espaço aberto ao público, com janelas panorâmicas, de onde se avista toda São Petersburgo e seus arredores até o horizonte, em dias de tempo claro. A subida até o mirante leva menos de um minuto, graças a elevadores de alta velocidade, capazes de atingir velocidades bem superiores às de elevadores comuns em prédios residenciais ou de escritórios.
A construção do edifício sobre o solo pantanoso de São Petersburgo, cuja natureza é descrita no cartão sobre a própria cidade, exigiu soluções especiais de engenharia: sob a torre foram cravadas várias milhares de estacas, ou seja, longos pilares de apoio que penetram dezenas de metros no solo, para garantir estabilidade suficiente a uma construção tão alta e pesada.
Apesar dos protestos iniciais, hoje o Lakhta Center se tornou um dos novos símbolos reconhecíveis de São Petersburgo, ao lado das atrações históricas da cidade, e atrai turistas interessados em arquitetura contemporânea — um exemplo raro, dentro do panorama predominantemente histórico da cidade, de uma solução arquitetônica ousada e assumidamente moderna, que não tenta imitar os estilos dos séculos passados.


O interior do próprio restaurante é decorado numa paleta contrastante de vermelho e branco, frequentemente descrita como decadente — ou seja, deliberadamente luxuosa e um pouco excessiva, remetendo à estética do início do século XX. As paredes são revestidas com madeira vermelha polida, o mesmo material usado na decoração do restaurante desde a inauguração do hotel, há mais de um século, e que se mantém ali até hoje.
Das janelas do restaurante se avista a Catedral de Santo Isaac — uma das maiores igrejas ortodoxas do mundo, descrita em outro cartão desta coleção —, a mesma catedral que vocês provavelmente já verão num passeio a partir do próprio hotel em um dos dias do tour.


O cardápio do restaurante combina culinária europeia e russa, e pela manhã ali é servido o café da manhã para os hóspedes do hotel Astoria. Considerando a proximidade com o Grand Hotel Moika 22, um jantar aqui pode ser facilmente combinado com uma noite livre da programação: o trajeto a pé leva apenas alguns minutos.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
10:00 – 22:00
Localização.
Praça de São Isaac, 39, São Petersburgo
Custo médio.
R$ 240 – 480 por pessoa
Observação.
Reservar 7–14 dias antes


O cardápio do restaurante é composto por pratos italianos autênticos — ou seja, baseados em receitas regionais originais, e não adaptados ao paladar local —, e a adega oferece uma ampla coleção de vinhos italianos e importados, escolhidos especialmente para combinar com os pratos do menu.
O restaurante ocupa cinco salões separados, cada um com seu próprio caráter e decoração, e das janelas voltadas para a Praça de Santo Isaac se avista uma das melhores vistas da catedral em toda a cidade — segundo muitos hóspedes, ainda mais privilegiada do que a de outros estabelecimentos na mesma praça.


Considerando a proximidade com o Grand Hotel Moika 22, um jantar no Percorso pode ser facilmente combinado com uma noite livre da programação do tour — o trajeto a pé leva apenas alguns minutos, e depois do jantar é fácil voltar ao hotel sem precisar de transporte.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
18:00 – 23:00
Localização.
Voznesensky Prospekt, 1, São Petersburgo
Custo médio.
R$ 360 – 720 por pessoa
Observação.
Reservar 14–30 dias antes


Entre os frequentadores do restaurante estavam algumas das figuras mais conhecidas da cultura russa do século XIX: os escritores Fiódor Dostoiévski, Nikolai Gógol e Anton Tchekhov, o compositor Piotr Tchaikovsky, o poeta Aleksandr Blok. Jantar "no Palkin" era considerado item obrigatório na agenda de qualquer visitante importante que chegasse a São Petersburgo.
Em 1914, quando a Rússia instituiu a lei seca — uma proibição estatal da venda de álcool —, o restaurante começou a perder clientes, e em 1917, ano da revolução, fechou definitivamente. O prédio foi depois transformado em cinema, e o restaurante original deixou de existir por muitas décadas.


O restaurante foi reaberto já no século XXI, no mesmo local histórico, recriando cuidadosamente a atmosfera e parte dos pratos a partir de receitas antigas, e a restauração dos interiores históricos contou com a participação de especialistas do Hermitage, descrito em outro cartão desta coleção. Hoje o restaurante é especializado em culinária russa aristocrática, ou seja, pratos característicos do cardápio das camadas mais abastadas da sociedade na época pré-revolucionária.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
12:00 – 23:00
Localização.
Nevsky Prospekt, 47, São Petersburgo
Custo médio.
R$ 300 – 600 por pessoa
Observação.
Reservar 10–20 dias antes


O edifício central do conjunto é a Bolsa, construída entre 1805 e 1810 num estilo que lembra um templo da Antiguidade, ou seja, a arquitetura da Grécia e da Roma antigas, com colunas características e proporções rígidas. Originalmente, o prédio era usado para as atividades da bolsa de valores de São Petersburgo — o local onde eram fechados negócios comerciais e financeiros —, e hoje foi cedido ao Hermitage, descrito em outro cartão desta coleção, para abrigar uma nova exposição do museu.
Dos dois lados do prédio da Bolsa ficam as duas Colunas Rostrais, com 32 metros de altura, decoradas com elementos em forma de proa de navio — os rostros, um recurso usado desde a Roma Antiga para adornar colunas triunfais em homenagem a vitórias navais. No início, as colunas funcionavam não apenas como decoração, mas também como faróis reais: nas taças no topo, colocava-se piche que era incendiado, indicando o caminho para navios que se dirigiam ao porto comercial — uma prática usada até 1885.


Na base de cada coluna há esculturas geralmente interpretadas como representações alegóricas dos quatro maiores rios russos — Volga, Dniepr, Volkhov e Nevá —, embora essa interpretação tenha surgido relativamente há pouco tempo e não seja confirmada por documentos históricos. Hoje as tochas no topo das colunas só são acesas em ocasiões especiais: nos principais feriados e celebrações de Estado, incluindo a festa de formatura "Velas Escarlate".
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
05:00 – 00:00
Localização.
Ponta da Ilha Vassílievski, São Petersburgo
Custo médio.
Entrada gratuita
Observação.
Pôr do sol para fotos


A abertura da ponte acontece exclusivamente na estação quente, de final de abril a novembro, duas vezes por noite, e o procedimento em si dura cerca de cinco minutos. Observar as asas erguidas da ponte com a agulha da Fortaleza de Pedro e Paulo ao fundo, descrita em outro cartão desta coleção, se tornou um dos programas noturnos mais populares da cidade — milhares de turistas vão especialmente até as margens do rio ou fazem passeios de barco só para ver esse momento.
Em dias de festa, as asas erguidas da ponte são usadas de um jeito incomum: são iluminadas com luzes intensas e, às vezes, transformadas numa espécie de tela de cinema gigante, onde são projetadas imagens visíveis das margens dos dois lados do rio.


Ao longo de mais de um século de história, a ponte foi fechada para reforma completa apenas uma vez, em 1967, e a última grande reconstrução, na qual o mecanismo de abertura foi substituído por um sistema eletro-hidráulico mais moderno, aconteceu já entre 2012 e 2013. Considerando a proximidade com o hotel, um passeio noturno até a ponte pode ser um encerramento natural de um dia de passeios da programação do tour.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
05:00 – 00:00
Localização.
Ponte do Palácio, localizada sobre o rio Neva, São Petersburgo
Custo médio.
A travessia é gratuita
Observação.
Caminhada e vistas panorâmicas


Foi justamente nesse palco que, em 1869, começou a chamada era de ouro do balé russo: o coreógrafo Marius Petipa assumiu a companhia de balé do teatro e criou, em parceria com o compositor Piotr Tchaikovsky, descrito em outro cartão desta coleção, produções lendárias como "A Bela Adormecida" e "O Quebra-Nozes", e mais tarde "O Lago dos Cisnes", que se tornaram clássicos do repertório mundial de balé.
Além do balé, o teatro teve papel fundamental na história da ópera russa: ali aconteceram as estreias de obras dos compositores Modest Mussorgsky, Aleksandr Borodin e Nikolai Rimsky-Korsakov, além de terem sido apresentadas pela primeira vez na Rússia quase todas as óperas do compositor alemão Richard Wagner.


Hoje o Teatro Mariinsky não é mais um único edifício, mas um complexo inteiro com três palcos: o palco histórico na Praça Teatralnaya, o edifício moderno Mariinsky-2, construído em 2013 a poucos minutos a pé do prédio histórico, e uma sala de concertos separada. Desde 1988, o maestro Valery Gergiev segue como diretor artístico do teatro, período em que o repertório se expandiu significativamente e o complexo se consolidou como uma das maiores instituições culturais do mundo.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
18:00 – 22:00
Localização.
Praça Teatralnaya, 1, São Petersburgo.
Custo médio.
R$ 150 – 720 por pessoa
Observação.
Ingressos 30–60 dias antes


O nome completo da instituição inclui o do compositor Dmitri Shostakovich — um homem que compunha sinfonias, ou seja, grandes obras musicais em várias partes, escritas para orquestra. Em 1926, nessa mesma sala, foi executada pela primeira vez, com grande sucesso, sua primeira grande sinfonia, composta quando ele ainda era um compositor muito jovem — evento que marcou o início de seu reconhecimento mundial.
O episódio mais dramático da história da sala está ligado à Segunda Guerra Mundial — um conflito militar global de 1939 a 1945, no qual a Alemanha também esteve envolvida, atacando a União Soviética, o país do qual a Rússia fazia parte na época. O exército alemão cercou Leningrado — como São Petersburgo se chamava então — e manteve a cidade sitiada, isto é, sob um bloqueio militar sem possibilidade de entrada ou saída livre, por quase 900 dias seguidos, entre 1941 e 1944. O comando alemão havia estabelecido antecipadamente o dia 9 de agosto de 1942 como a data da conquista da cidade.


Foi justamente nesse dia que, pela primeira vez em Leningrado, executaram na Sala Grande da Filarmônica a nova sinfonia de Shostakovich, que o próprio compositor havia começado a escrever ali mesmo, na cidade sitiada, antes de sua evacuação, ou seja, sua retirada para um local mais seguro. A música, mais tarde chamada de "sinfonia de Leningrado", foi transmitida pelo rádio e por alto-falantes nas ruas para toda a cidade e arredores — essa escolha de data se tornou uma resposta simbólica aos planos do inimigo. Hoje a sala continua recebendo concertos de música clássica e eventos em memória da história do cerco.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
18:00 – 21:00
Localização.
Rua Mikhaylovskaya, 2, São Petersburgo
Custo médio.
R$ 90 – 480 por pessoa
Observação.
Ingressos 15–30 dias antes


Séculos depois, já após a morte do príncipe e sua canonização — o reconhecimento oficial pela Igreja como santo —, foi fundado em São Petersburgo, em sua homenagem, um mosteiro: a Alexandre Nevsky Lavra. A palavra "lavra" designa o status mais alto atribuído aos mosteiros maiores e mais importantes dentro da tradição ortodoxa.
Quando o czar Pedro, o Grande, começou a construir, em 1710, uma estrada ligando o centro da nova capital a esse mosteiro, as obras avançaram simultaneamente pelos dois lados: de um lado trabalhavam monges do próprio mosteiro, do outro, prisioneiros suecos capturados durante os conflitos militares daquele período. Os dois grupos de trabalhadores deveriam se encontrar em algum ponto no meio do caminho.


Assim nasceu o nome da via — primeiro de forma não oficial, e a partir de 1781, oficialmente: Avenida Nevsky, ou seja, a avenida que leva à Alexandre Nevsky Lavra. O nome não tem relação direta alguma com o próprio rio Nevá — a ligação com ele só existe por meio da figura do príncipe e do mosteiro fundado em sua memória. Hoje a Avenida Nevsky continua sendo a principal rua comercial e de passeio da cidade: nela ou em suas imediações ficam boa parte das principais atrações de São Petersburgo, incluindo a Catedral de Kazan, a Praça do Palácio e o Museu Hermitage, descritos em outros cartões desta coleção.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
10:00 – 22:00
Localização.
Localizada no centro da cidade, conecta o Almirantado ao Mosteiro Alexander Nevsky
Custo médio.
Restaurantes R$ 60–300
Observação.
Souvenirs, moda e marcas


O roteiro padrão de um passeio fluvial costuma passar por várias vias de água ao mesmo tempo: por exemplo, pelo rio Moika, em cuja margem fica o hotel onde vocês vão se hospedar durante o tour, pelo Canal Griboiedov e pelo próprio rio Nevá, de onde se avistam panoramas da Praça do Palácio, da Fortaleza de Pedro e Paulo e de outras atrações descritas em outros cartões desta coleção.
Esses passeios são oferecidos tanto durante o dia quanto à noite: os roteiros noturnos são especialmente populares no verão, quando o passeio coincide com a abertura das pontes — o levantamento técnico dos vãos centrais de algumas pontes da cidade para permitir a passagem de embarcações, descrito em outro cartão desta coleção dedicado à Ponte do Palácio.


Os barcos usados nesses passeios variam em tamanho e nível de conforto: de pequenas lanchas abertas a embarcações maiores e fechadas, com laterais envidraçadas que protegem os passageiros da chuva ou do vento frio — o que torna o passeio fluvial viável em praticamente qualquer clima e época do ano, exceto nos meses de inverno, quando os rios ficam cobertos de gelo.
Período da visita.
16 — 21 Setembro 2026
Horário de funcionamento.
11:00 – 22:00
Localização.
Embarque em píeres centrais da cidade.
Custo médio.
R$ 120 – 480 por pessoa
Observação.
Ingressos 3–7 dias antes
A programação reúne caminhadas pelo centro de Moscou, visitas a museus e catedrais, a viagem a Sergiev Posad e, na segunda etapa, o traslado em trem de alta velocidade para São Petersburgo, com percursos pelo centro histórico, principais museus e monumentos, além de dias dedicados ao Palácio de Catarina e a Peterhof.
22:05. 9 de setembro.
Apresentação no Aeroporto Internacional de São Paulo–Guarulhos no dia 9 de setembro às 22:05 para início do procedimento de check-in, respeitando o intervalo recomendado de 3 horas antes da partida.
01:05 – 23:00. 10 de setembro.
Voo Emirates Airlines EK262 no dia 10 de setembro de 2026, partindo de São Paulo–Guarulhos às 01:05 com chegada em Dubai às 23:00 do mesmo dia, com duração total de 13 horas e 55 minutos.
02:20 – 06:40
Voo Emirates Airlines EK129 no dia 11 de setembro de 2026, partindo de Dubai às 02:20 com chegada em Moscou, aeroporto Domodedovo DME, às 06:40, com duração total de 5 horas e 20 minutos.
Voo direto do Dubai International Airport — DXB, principal aeroporto internacional de Dubai, com partida às 02:20 no Emirates EK129 e chegada em Moscou às 06:40 no Aeroporto Domodedovo — DME, um dos principais aeroportos internacionais da capital russa.
08:00 – 10:00
Transfer do aeroporto para o hotel, incluindo o acompanhamento do tradutor desde a área de desembarque até o micro-ônibus e o trajeto até o centro de Moscou, com chegada ao hotel. Após o encontro, vocês seguem para a área de estacionamento, onde o micro-ônibus previamente reservado estará aguardando. O tradutor coordena o embarque, acompanha todo o percurso até o centro de Moscou e permanece à disposição para resolver qualquer questão organizacional ao longo do caminho.Ao chegar ao Hotel Nacional, localizado em frente à Praça Vermelha, o tradutor acompanha você até o lobby, auxilia na orientação, confirma os detalhes da reserva na recepção e acompanha o processo de check-in até a entrega das chaves do quarto.
10:00 – 13:00
Chegada ao Hotel Nacional, processo de check-in e momento de descanso. Após entrar no hotel, você realiza o registro na recepção, recebe as chaves do quarto e segue para o seu andar. Este intervalo permite organizar a bagagem com tranquilidade, tomar um banho, recuperar-se do voo e restaurar as energias antes da continuação do dia.
13:00 – 15:00
Almoço no restaurante do hotel. Neste período, você desfruta de um almoço completo no restaurante histórico do Hotel Nacional, que será sua primeira experiência gastronômica em Moscou. O ambiente calmo, a vista para o Kremlin e a ausência de pressa criam condições ideais para adaptação, integração com o grupo e um início de viagem confortável.
15:00 – 23:00
Tempo livre para conhecer a cidade. Após o almoço, você terá um período amplo e conveniente para um passeio independente pelos arredores. O percurso mais simples começa diretamente na entrada do hotel e leva à Praça Vermelha, situada literalmente do outro lado da rua. Você pode caminhar no seu próprio ritmo, explorar a praça, sentir a atmosfera do centro de Moscou, tirar fotos, tomar um café próximo ou simplesmente passear sem compromisso.
Passeio introdutório sem guia.
O primeiro passeio tem caráter exclusivamente introdutório, porque após um voo noturno é importante fazer uma adaptação leve e se familiarizar com a cidade sem sobrecarga de informações. Neste dia não há acompanhamento de guia ou tradutor: o tradutor atua apenas no trajeto do aeroporto até o hotel, e todo o restante do dia é destinado ao descanso e ao tempo livre.
Dia totalmente a pé.
Este dia da programação será realizado integralmente em formato de passeio a pé, sem utilização de transporte turístico. O primeiro passeio tem caráter exclusivamente introdutório, porque após um voo noturno é importante fazer uma adaptação leve e se familiarizar com a cidade sem sobrecarga de informações. Neste dia não há acompanhamento de guia ou tradutor: o tradutor atua apenas no trajeto do aeroporto até o hotel, e todo o restante do dia é destinado ao descanso e ao tempo livre.
Lanches obrigatórios.
Em todos os dias do tour, após sair do hotel, não haverá oportunidade de fazer refeições completas até o almoço e, depois, até o jantar. Para manter a energia durante os longos percursos a pé, recomenda-se levar seus lanches habituais, água potável, suco, chá em garrafa térmica e outros itens adequados para consumo ao longo do dia.
Preparo para o clima.
A programação de todo o tour, após a chegada em Moscou e São Petersburgo, inclui caminhadas ao ar livre pelas principais atrações dos centros históricos das capitais. Como as condições climáticas nesta época do ano podem mudar rapidamente ao longo do dia, recomendamos levar sempre um guarda-chuva ou capa de chuva, mesmo em dias ensolarados, além de calçados confortáveis adequados para caminhadas prolongadas.
07:00 – 08:15
Café da manhã no hotel, com tempo suficiente para uma preparação tranquila para a programação intensa do dia e para entrar no ritmo da caminhada pelo centro histórico de Moscou.
08:30 – 09:00
Saída do hotel e percurso a pé até a Praça Vermelha. O trajeto passa pelas ruas centrais da cidade, permitindo observar conjuntos arquitetônicos, sentir a atmosfera da velha Moscou e aproximar-se gradualmente da principal praça do país.
09:00 – 10:00
Praça Vermelha. Observação detalhada do espaço, das panorâmicas do Kremlin, do Museu Histórico e do GUM. O Mausoléu de Lênin será visto apenas por fora, sem entrada, com a possibilidade de observar a arquitetura e conhecer o contexto de sua criação.
10:00 – 10:30
Catedral do Ícone de Kazan da Mãe de Deus. Visita breve ao templo restaurado do século XVII, com explicações sobre sua importância histórica e a possibilidade de ver o interior com calma e venerar a relíquia.
10:30 – 12:45
Catedral de São Basílio. Exploração completa dos espaços internos, capelas e passagens. O visitante poderá observar afrescos, pinturas e detalhes arquitetônicos, ouvir a história da catedral e percorrer os níveis acessíveis, mergulhando totalmente na atmosfera do monumento.
13:00 – 15:00
Almoço em um dos restaurantes selecionados, oferecendo uma pausa completa para descanso após a extensa parte cultural, recuperação das energias, troca de impressões sobre o que foi visto e preparação para a continuação da programação do dia.
15:30 – 18:00
Parque Zaryadye. Caminhada pelas áreas naturais do parque, visita ao anfiteatro e aos pontos de observação. Saída para a plataforma suspensa de vidro “Ponte Flutuante”, com amplas vistas para o Rio Moscou, o Kremlin e o centro histórico.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Possibilidade de continuar explorando o centro de Moscou, visitar lojas, retornar ao hotel ou escolher qualquer outra atividade de preferência pessoal.
Dia totalmente a pé.
Este dia da programação será realizado integralmente em formato de passeio a pé, sem utilização de transporte turístico.
07:00 – 08:15
Café da manhã no hotel, com tempo suficiente para uma preparação tranquila para a intensa programação do dia. Os participantes podem organizar previamente os itens necessários, se arrumar com calma e se preparar para a caminhada pelas áreas mais centrais e historicamente relevantes de Moscou.
8:30 – 10:00
Saída do hotel e caminhada pela Praça Vermelha e pelo Jardim Alexandre. O trajeto passa por pontos essenciais do centro histórico: você segue da fachada do hotel até a praça, observa as panorâmicas do Kremlin, do GUM e do Museu Histórico Estadual, e depois continua pelo Jardim Alexandre, onde estão localizados monumentos dedicados à história militar da Rússia. Em seguida, realiza-se a passagem pelos pontos de controle de segurança antes da entrada no Kremlin, etapa obrigatória para acessar o complexo museológico.
10:00 – 14:00
Visita ao conjunto arquitetônico da Praça das Catedrais do Kremlin de Moscou, que reúne os mais importantes monumentos espirituais e históricos do Estado russo. A programação inclui a Catedral da Assunção — principal templo dos metropolitas e patriarcas russos; a Catedral do Arcanjo — local de sepultamento dos grandes príncipes e czares; a Catedral da Anunciação — igreja particular dos soberanos; a Igreja da Deposição do Manto — exemplar singular da arquitetura do século XV; e o Campanário de Ivan, o Grande, que define a vertical dominante da praça. Também estão incluídas as Câmaras Patriarcais com a Igreja dos Doze Apóstolos, que revelam o cotidiano da autoridade espiritual. Na praça, você ainda verá o Tsar Pushka e o Tsar Kolokol — obras monumentais da tradição russa de fundição artística. A visita prossegue na Armeria — Oruzheynaya Palata, que reúne regalias, presentes diplomáticos e armas nobres, e no Fundo de Diamantes, onde estão guardadas joias únicas, incluindo coroas, diademas e pedras históricas de valor excepcional.
14:00 – 16:00
Almoço em um dos restaurantes selecionados, oferecendo uma pausa completa para descanso após a extensa parte cultural, recuperação das energias, troca de impressões sobre o que foi visto e preparação para a continuação da programação do dia.
16:00 – 18:00
Loja de departamentos GUM. Após o almoço, o grupo retorna à área da Praça Vermelha, onde está prevista a visita ao GUM — o icônico centro comercial histórico, famoso por suas galerias, arquitetura do fim do século XIX e claraboias envidraçadas. Os participantes podem caminhar pelas galerias, tomar um café, visitar boutiques ou simplesmente apreciar o interior, que se tornou um dos símbolos reconhecíveis do centro de Moscou.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Os participantes podem continuar explorando o centro da cidade, retornar ao hotel para descansar, visitar lojas, escolher um restaurante para o jantar ou organizar a noite da forma que preferirem, de acordo com seu ritmo e nível de disposição.
Dia totalmente a pé.
Este dia da programação será realizado integralmente em formato de passeio a pé, sem utilização de transporte turístico.
06:00 – 06:45
Despertar cedo e preparação para a saída. Este período permite que os participantes acordem com tranquilidade, se arrumem, organizem os itens necessários para o dia e se preparem para a viagem para fora de Moscou, que incluirá a visita a um dos mais importantes centros espirituais da Rússia.
07:00 – 08:15
Café da manhã no hotel. Durante este horário, os participantes podem tomar um café da manhã sem pressa, finalizar os preparativos, conferir documentos, carregar celulares e câmeras antes da programação mais longa, que envolve deslocamento e visita a um complexo monástico.
08:30 – 10:30
Traslado em ônibus. A saída de Moscou em direção a Sergiev Posad segue pelas principais rodovias da região. O trajeto dura cerca de uma hora e meia e permite observar as áreas suburbanas da capital. Durante o percurso, o acompanhante fornece explicações essenciais sobre o itinerário, comenta a importância histórica do mosteiro e esclarece dúvidas organizacionais.
10:30 – 15:30
Mosteiro da Trindade-São Sérgio — Lavra da Trindade-São Sérgio.A programação inclui a visita ao conjunto arquitetônico central da lavra, o principal mosteiro masculino da Igreja Ortodoxa Russa e um dos maiores centros espirituais do país. Os participantes percorrem o território do mosteiro, visitam a Catedral da Trindade com as relíquias de São Sérgio de Radonej, a Catedral da Assunção e outros edifícios monásticos dos séculos XVI ao XVIII, ouvindo explicações sobre o papel da lavra na história da Rússia e na vida religiosa. Há tempo reservado para oração individual, compra de velas ou uma caminhada tranquila pelo pátio do mosteiro.
13:30 – 15:30
Almoço — a refeição é realizada em horário definido, em um dos cafés ou refeitórios locais próximos à lavra, oferecendo uma pausa para descanso, recuperação das energias e troca de impressões após a visita ao centro espiritual.
15:45 – 17:45
Retorno ao hotel. Após a conclusão da visita, o grupo segue de volta para Moscou pelo mesmo trajeto. Durante o retorno, os participantes podem descansar, revisar fotos, fazer perguntas ao acompanhante ou simplesmente relaxar antes do período livre da noite.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Ao chegar novamente a Moscou, os participantes podem escolher o formato de descanso mais adequado: jantar em um restaurante, passear pelo centro, retornar ao quarto para relaxar ou organizar uma atividade individual conforme sua preferência.
Viagem de ônibus.
A distância entre Moscou e Sergiev Posad é de aproximadamente 70 quilômetros, e o tempo de viagem varia de 1 hora e 30 minutos a 2 horas, dependendo das condições de tráfego. Recomenda-se levar carregadores e itens pessoais essenciais, pois parte do trajeto ocorre fora da infraestrutura urbana.
Caminhada na área monástica.
Os deslocamentos previstos para este dia incluem principalmente o trajeto rodoviário entre Moscou e Sergiev Posad, além de caminhadas moderadas dentro do território do Mosteiro da Trindade-São Sérgio. A caminhada pelo território do complexo monástico geralmente leva de 2 a 3 horas, incluindo a visita aos principais templos e os deslocamentos entre eles.
07:00 – 08:30
Café da manhã no hotel. Os participantes têm tempo suficiente para se preparar com tranquilidade para o dia, organizar os itens necessários, finalizar os cuidados pessoais, carregar os dispositivos e se preparar para visitar um dos maiores centros técnico-científicos e expositivos da Rússia.
08:30 – 09:00
Caminhada até a estação de metrô Oktiabrskaya. A distância entre o Hotel Nacional e a entrada da estação é de aproximadamente 300 a 350 metros, um percurso curto que pode ser feito em poucos minutos. O acompanhante conduz o grupo por um trajeto direto através das ruas centrais, garantindo orientação e entrada organizada no metrô. A escolha do metrô é a opção mais eficiente por dois motivos. Primeiro, o metrô de Moscou é considerado um dos mais belos e emblemáticos do mundo, e a viagem permite conhecer sua arquitetura como parte cultural da programação. Segundo, o deslocamento por metrô é significativamente mais rápido do que por ônibus, já que o trajeto terrestre depende do trânsito intenso das avenidas centrais, enquanto o metrô garante um tempo de percurso estável.
09:00 – 09:30
Viagem de metrô até a estação VDNKh. O trajeto percorre uma das principais linhas do metrô de Moscou, permitindo observar o estilo arquitetônico de várias estações históricas.
10:00 – 11:00
Museu Memorial da Cosmonáutica. Visita às salas dedicadas à história da exploração espacial, aos primeiros voos tripulados e ao desenvolvimento da cosmonáutica soviética e russa, com destaque para figuras como Yuri Gagarin e Serguei Korolev.Centro de Exposições de Toda a Rússia — VDNKh. Passeio pelas áreas internas e externas do complexo, incluindo pavilhões históricos, alamedas, exemplares da arquitetura monumental do século XX e espaços temáticos ligados às conquistas científicas, culturais e industriais do país.
12:00 – 14:00
Centro “Cosmonáutica e Aviação”. Visita ao pavilhão com maquetes de grande porte de foguetes e veículos espaciais, módulos reconstruídos, instalações interativas sobre aerodinâmica, engenharia e tecnologia espacial.
14:15 – 16:00
O almoço é realizado no intervalo da visita, em um dos restaurantes localizados dentro do complexo do VDNKh, oferecendo uma pausa conveniente para descanso e recuperação de energia.
16:00 – 17:30
Retorno em direção à estação de metrô, com visita a alguns pavilhões ao longo do percurso. Esta parte do trajeto permite observar áreas adicionais do complexo, entrando em edifícios selecionados conforme o fluxo do dia e o interesse do grupo, antes de seguir para a estação para o retorno.
17:30 – 18:00
Retorno ao hotel. O grupo utiliza o mesmo trajeto de metrô e realiza novamente a curta caminhada da estação Oktiabrskaya até o Hotel Nacional.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Os participantes podem descansar no hotel, jantar em um restaurante de preferência, passear pelo centro de Moscou ou organizar a noite conforme seus interesses pessoais.
Viagem de metrô.
O itinerário deste dia inclui uma breve caminhada até a estação de metrô Okhotny Ryad, a viagem de metrô até o VDNKh e os deslocamentos a pé pelo território do complexo de exposições. A escolha do metrô garante um deslocamento mais rápido e permite observar a arquitetura das estações históricas do metrô de Moscou, enquanto o trajeto de ônibus levaria mais tempo devido ao trânsito intenso.
Dia totalmente a pé.
A circulação pelo território do VDNKh costuma levar de 4 a 5 horas, incluindo os trechos entre o Museu Memorial da Cosmonáutica, os pavilhões históricos e o Centro “Cosmonáutica e Aviação”.
06:00 – 06:45
Despertar cedo e preparação para o deslocamento. Este horário permite que os participantes se organizem com tranquilidade, cuidem da higiene pessoal, verifiquem documentos, carreguem os dispositivos e preparem seus pertences para a viagem de trem Sapsan com destino a São Petersburgo.
06:45 – 07:00
Entrega dos lunch boxes. Os participantes recebem os kits de refeição preparados previamente, que serão levados para consumo durante a viagem.
07:05 – 08:30
Transfer até a estação ferroviária. O grupo sai do hotel com antecedência, garantindo um trajeto tranquilo, chegada à estação com folga e entrada organizada no terminal. O acompanhante coordena o embarque no veículo e orienta os participantes ao chegar.
09:30 – 13:30
Trem Moscou → São Petersburgo, Sapsan, bilhetes em classe business. O trem de alta velocidade proporciona uma viagem confortável e dinâmica de aproximadamente quatro horas. Durante o percurso, os participantes podem relaxar em assentos mais espaçosos, contar com um serviço de bordo aprimorado e aproveitar a paisagem ao longo do trajeto, usufruindo dos benefícios adicionais e do nível superior de conforto oferecido pela classe business.
13:30 – 14:30
Transfer para o hotel Grand Hotel Moika 22. Ao chegar a São Petersburgo, o grupo recebe orientação dentro da estação e segue para o transporte previamente reservado. O acompanhante auxilia com todas as questões organizacionais e coordena o processo de chegada ao hotel.
15:30 – 16:00
Almoço e descanso. Após o check-in, está prevista uma breve pausa para a refeição e recuperação após a viagem, permitindo que os participantes se recomponham antes do primeiro passeio pelo centro histórico da cidade.
16:00 – 18:00
Passeio pelos principais pontos do centro de São Petersburgo. O itinerário inclui a Praça do Palácio com seu conjunto histórico, o Jardim Alexandre situado junto ao edifício do Almirantado, o próprio edifício do Almirantado — um dos símbolos da história naval russa — e o monumento a Pedro I, o “Cavaleiro de Bronze”. O passeio oferece um primeiro contato abrangente com a cidade e suas principais referências arquitetônicas.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Os participantes podem continuar explorando a cidade, escolher um restaurante para jantar, visitar lojas ou retornar ao hotel para descansar, de acordo com suas preferências.
Trem de alta velocidade.
A viagem no trem de alta velocidade Sapsan é realizada sem paradas longas e sem alterações de rota. Recomenda-se que os participantes mantenham consigo todos os documentos e pertences necessários, pois o acesso à bagagem durante o trajeto é limitado. O embarque começa com antecedência e é feito estritamente de acordo com os vagões e assentos indicados no bilhete. A classe business oferece comodidades adicionais, porém não é recomendável circular entre os vagões enquanto o trem estiver em movimento.
07:00 – 09:30
Café da manhã no hotel e período de descanso. A manhã começa com um ritmo tranquilo, permitindo aos participantes recuperar as energias após o dia anterior e se preparar com calma para a intensa programação cultural que seguirá. Este intervalo mais amplo também facilita a adaptação ao clima da cidade e ao ambiente do centro histórico de São Petersburgo.
10:00 – 12:00
Catedral de Santo Isaac. Visita à maior catedral ortodoxa de São Petersburgo, conhecida por sua cúpula dourada e pelo interior monumental composto por mosaicos, colunas de malaquita e painéis de mármore. A visita permite apreciar a escala arquitetônica do edifício, sua importância histórica para o Império Russo e os detalhes artísticos que compõem um dos templos mais impressionantes da cidade.
12:30 – 14:30
Almoço. Pausa para refeição em restaurante selecionado, oferecendo tempo suficiente para descanso, recuperação e preparação antes da visita ao principal museu da cidade. O intervalo permite que o grupo retome a programação com conforto e atenção.
15:00 – 18:00
Museu Estatal Hermitage. Visita ao maior museu da Rússia e um dos mais importantes do mundo, localizado no complexo do Palácio de Inverno. O percurso inclui salas históricas do antigo palácio imperial, coleções de pintura europeia, esculturas, arte aplicada, além de obras de mestres como Rembrandt, Leonardo da Vinci, Rafael e Caravaggio. A visita proporciona uma imersão profunda na história do Império Russo e em um dos acervos artísticos mais grandiosos já reunidos.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Os participantes podem continuar explorando o centro de São Petersburgo, jantar em um dos restaurantes próximos, caminhar pelas margens dos canais, visitar lojas ou retornar ao hotel para descanso conforme sua preferência pessoal.
Dia totalmente a pé.
A programação do dia inclui longos deslocamentos dentro da Catedral de Santo Isaac e, sobretudo, no Museu Hermitage. Recomenda-se o uso de calçados confortáveis, adequados para várias horas de caminhada e permanência em pé, já que o trajeto dentro do museu é extenso e nem todas as salas possuem locais para descanso.
07:00 – 08:30
Café da manhã no hotel. A manhã começa de forma tranquila, permitindo que os participantes se preparem com conforto para um dia dedicado às igrejas e museus mais emblemáticos de São Petersburgo.
08:30 – 09:30
Caminhada até a Catedral de Kazan. O trajeto segue pelas ruas centrais de São Petersburgo, passando por vias históricas que permitem observar a arquitetura clássica da cidade. O percurso é leve e introduz gradualmente o grupo ao ambiente cultural e espiritual da capital imperial.
09:30 – 10:30
Catedral de Kazan. Visita a um dos templos mais importantes da cidade, dedicado ao Ícone de Nossa Senhora de Kazan. O interior da catedral impressiona pelas colunas monumentais, pelo estilo neoclássico e pelo ambiente solene associado a episódios marcantes da história russa. A visita permite apreciar tanto o valor religioso do templo quanto sua relevância patriótica.
11:30 – 13:00
Igreja do Salvador do Sangue Derramado. Visita ao templo-memorial erguido no local do atentado contra o Imperador Alexandre II. A igreja destaca-se pela arquitetura em estilo russo antigo e, sobretudo, pelos mosaicos que cobrem praticamente toda a superfície interna, formando um dos maiores conjuntos de mosaicos da Europa. A visita proporciona uma experiência estética intensa e um entendimento mais profundo da simbologia histórica ligada à construção do templo.
13:30 – 15:00
Almoço. Intervalo para refeição em restaurante selecionado, garantindo uma pausa adequada para descanso e recuperação de energia. Este momento permite que o grupo desacelere antes da continuação da programação cultural.
15:30 – 17:30
Museu Fabergé. Visita ao museu dedicado às célebres obras de Carl Fabergé, incluindo ovos imperiais, joias, objetos decorativos e peças de ourivesaria produzidas para a família Romanov. A coleção, considerada uma das mais importantes do mundo, oferece um olhar privilegiado sobre o requinte artístico e o ambiente cultural da corte imperial russa no final do século XIX e início do século XX.
17:30 – 18:00
Transfer ao hotel. Retorno confortável ao hotel após as visitas, permitindo que os participantes concluam o dia com tranquilidade antes do período livre.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Após o término da programação, os participantes retornam em direção ao hotel passando pela Avenida Nevsky, o principal eixo histórico da cidade. Esse percurso permite continuar a descoberta de São Petersburgo, observando edifícios clássicos, livrarias, cafés tradicionais, lojas e boutiques instaladas ao longo da avenida. Há a possibilidade de fazer uma pausa em qualquer ponto do caminho, escolher um restaurante para o jantar, tomar um café, comprar lembranças ou simplesmente aproveitar as luzes e o movimento do centro. Se desejarem, os participantes podem ainda estender a caminhada pelos canais ou retornar ao hotel para descansar, de acordo com o nível de energia e as preferências pessoais após um dia intenso.
Dia totalmente a pé.
Neste dia não será utilizado ônibus: toda a programação ocorre em formato de percurso a pé pelo centro de São Petersburgo. A distância entre o Grand Hotel Moika 22 e o ponto mais distante — o Museu Fabergé — é de cerca de 2 km por trajeto, e somando os deslocamentos entre a Catedral de Kazan, a Igreja do Salvador do Sangue Derramado, o restaurante e o museu, a caminhada total chega a aproximadamente 5,5 km. O tempo total de percurso a pé varia de 1 a 2 horas ao longo do dia.
O centro histórico exige percurso a pé.
O centro de São Petersburgo possui ruas históricas, trechos estreitos e áreas de acesso restrito, onde a circulação de ônibus turísticos é limitada ou inviável. O percurso a pé permite acessar templos e museus ao longo dos canais sem desvios longos, evitando trânsito e busca por estacionamento, além de proporcionar uma experiência mais próxima da arquitetura e da atmosfera da cidade. Por isso, a caminhada é a forma mais eficiente e agradável de conhecer essa região.
07:00 – 08:30
Café da manhã no hotel. A manhã começa em ritmo confortável, permitindo que os participantes se preparem com calma para um dia dedicado a parques históricos, arquitetura imperial e um dos territórios mais simbólicos de São Petersburgo. Este intervalo inicial facilita a adaptação antes das caminhadas ao ar livre.
09:00 – 10:00
Transfer. Deslocamento organizado do hotel até a região do Jardim de Verão. O trajeto oferece uma primeira observação panorâmica da cidade durante a manhã e posiciona o grupo próximo ao conjunto paisagístico que marcará o início da programação.
10:00 – 13:00
Jardim de Verão, Jardim Mikhailovsky e Castelo Mikhailovsky. O percurso começa pelo Jardim de Verão, o parque mais antigo de São Petersburgo, criado por Pedro I e conhecido pelo traçado geométrico, esculturas clássicas e alamedas arborizadas. A caminhada segue para o Jardim Mikhailovsky, que apresenta um ambiente mais amplo e romântico, oferecendo vistas privilegiadas do Palácio Mikhailovsky e do canal Griboyedov. A programação continua com a visita externa ao Castelo Mikhailovsky, antiga residência imperial com arquitetura singular, marcada pela história dramática do imperador Paulo I. O conjunto proporciona uma imersão no urbanismo da época imperial e na harmonia entre paisagem e arquitetura.
13:00 – 15:00
Almoço. Pausa em restaurante selecionado, garantindo tempo adequado para descanso após a primeira parte da caminhada. O intervalo permite recuperar energia e preparar o grupo para a etapa final do dia, que inclui monumentos de grande relevância histórica.
15:00 – 18:00
Campo de Marte e Fortaleza de Pedro e Paulo. A tarde começa pelo Campo de Marte, grande praça monumental dedicada à memória militar, cercada por canais e por vistas abertas que revelam a escala urbana de São Petersburgo. A caminhada continua até a Fortaleza de Pedro e Paulo, núcleo original da cidade, fundada por Pedro I em 1703. A visita inclui o perímetro externo da fortaleza, suas muralhas, vistas para o rio Neva e o ambiente histórico que deu origem à capital do Império Russo. Este conjunto permite compreender a formação da cidade e sua importância estratégica, militar e simbólica.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Os participantes podem continuar explorando a região da fortaleza e suas margens, seguir caminhando pela ilha Petrogradsky, escolher um restaurante para jantar ou retornar ao hotel para descansar — conforme preferência pessoal e nível de energia após o dia de visitas.
Viagem de ônibus.
O trajeto da manhã entre o hotel e o Jardim de Verão será realizado em ônibus de turismo, garantindo um início de dia confortável antes do percurso a pé pelos parques históricos. Após a visita ao Campo de Marte, o grupo seguirá caminhando até a Fortaleza de Pedro e Paulo, o que permite apreciar a vista aberta da margem do rio Neva durante a travessia. Ao final da visita à fortaleza, o retorno ao hotel também será feito em ônibus, proporcionando um deslocamento rápido e conveniente ao fim do dia.
Caminhadas prolongadas.
A programação do dia inclui um volume significativo de deslocamentos a pé, tanto pelas áreas ajardinadas quanto pelos espaços urbanos próximos ao rio Neva. Os trajetos passam por trechos totalmente abertos, incluindo o caminho entre o Campo de Marte e a Fortaleza de Pedro e Paulo, o que permite apreciar a vista do rio e a arquitetura do centro de São Petersburgo a curta distância. Recomenda-se preparar-se para caminhadas prolongadas, utilizando calçados confortáveis e roupas adequadas para várias horas de percurso.
07:00 – 07:45
Café da manhã no hotel. A manhã começa em ritmo calmo, permitindo que todos se preparem com tranquilidade para um dia dedicado ao mais importante conjunto de palácios e jardins do período imperial russo.
08:00 – 10:30
Transfer. Saída organizada do hotel em direção a Peterhof. O trajeto percorre áreas costeiras do Golfo da Finlândia e zonas residenciais da região metropolitana, criando uma transição gradual para o ambiente palaciano à beira-mar.
11:00 – 13:00
Visita ao Grande Palácio de Peterhof. Os interiores refletem o esplendor da corte imperial, com salões cerimoniais, galerias ornamentadas e vistas para os jardins inferiores. O percurso apresenta a história da residência e o papel do complexo no período de Pedro, o Grande.
13:00 – 14:30
Intervalo em restaurante selecionado na área de Peterhof, oferecendo tempo adequado para descanso e refeição antes da segunda parte do programa.
14:30 – 16:00
Passeio pelos Jardins Inferiores e Superior. A rota inclui fontes monumentais, alamedas arborizadas, pavilhões históricos e mirantes com vista para o Golfo da Finlândia. Durante o percurso, destaca-se o sistema hidráulico original, que funciona sem bombas até hoje.
16:30 – 18:00
Traslado. Retorno organizado a São Petersburgo após a visita aos palácios e jardins. O caminho de volta permite descansar e observar novamente a paisagem costeira.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Os participantes podem escolher entre jantar na região central, caminhar pelo centro histórico ou retornar ao hotel para descansar. A noite pode ser organizada de acordo com as preferências individuais após um dia culturalmente intenso.
Viagem de ônibus.
O deslocamento pela manhã até Peterhof será realizado em transporte dedicado, garantindo conforto durante o trajeto mais longo e evitando conexões desnecessárias. Esse formato mantém a pontualidade da programação e reduz o tempo de trânsito entre as atrações.
Caminhadas prolongadas.
O dia inclui caminhadas pelos jardins de Peterhof, especialmente na parte da tarde. O percurso passa por alamedas extensas, áreas abertas e alguns trechos irregulares. Recomenda-se o uso de calçados confortáveis e roupas adequadas para atividades ao ar livre.
07:00 – 07:45
Café da manhã no hotel. A manhã começa em ritmo tranquilo, permitindo que os participantes se preparem com calma para um dia dedicado aos dois palácios mais grandiosos dos arredores de São Petersburgo.
08:00 – 10:30
Transfer. Saída organizada do hotel com destino à cidade de Pushkin, onde está localizado o Palácio de Catarina. O percurso oferece um panorama das áreas residenciais e das zonas arborizadas nos arredores da cidade, permitindo uma transição gradual do centro urbano para o ambiente histórico das antigas residências imperiais.
11:00 – 13:00
A visita começa no Palácio de Catarina, onde o barroco, a Galeria Dourada e a Sala Âmbar revelam o esplendor da corte russa. O percurso pelos salões e galerias transmite a atmosfera cerimonial da antiga residência imperial.
13:00 – 14:30
Intervalo em restaurante selecionado, oferecendo tempo suficiente para descanso após a primeira parte do programa.
14:30 – 16:00
A segunda parte da tarde é dedicada a um passeio pelo Parque Catarina. O trajeto passa por pavilhões, espelhos d’água e alamedas sombreadas, revelando a harmonia entre a paisagem e a arquitetura que molda o caráter da antiga residência imperial de Tsarskoye Selo.
16:30 – 18:00
Traslado. Retorno organizado a São Petersburgo após a visita aos dois palácios. O trajeto de volta permite descansar após as caminhadas e apreciar as paisagens externas durante o percurso.
18:00 – 23:00
Tempo livre. Os participantes podem escolher entre jantar em um dos restaurantes da região central, fazer uma caminhada pelo centro histórico, visitar lojas ou retornar ao hotel para descansar. A noite pode ser organizada de acordo com as preferências individuais e com o nível de energia após um dia culturalmente intenso.
Viagem de ônibus.
O deslocamento pela manhã até Pushkin será realizado em transporte dedicado, garantindo conforto durante o trajeto mais longo e evitando conexões desnecessárias. Esse formato mantém a pontualidade da programação e reduz o tempo de trânsito entre as atrações.
Caminhadas prolongadas.
O dia inclui uma caminhada moderada pelo Parque Catarina, realizada na parte da tarde. O trajeto passa por alamedas sombreadas e áreas ajardinadas, com alguns trechos irregulares. Recomenda-se o uso de calçados confortáveis e roupas adequadas para atividades ao ar livre.
07:00 – 07:45
Café da manhã no hotel. Uma manhã tranquila que encerra a viagem e prepara o grupo para as últimas visitas previstas no programa antes da saída para o aeroporto à noite.
08:00 – 08:30
Transfer em metrô. Deslocamento do hotel até a estação mais próxima com destino à Ilha Yelagin. A escolha do metrô oferece rapidez e permite observar algumas das estações históricas da rede de São Petersburgo, conhecidas por sua arquitetura singular e valor artístico. O percurso segue de forma confortável até a região do parque.
09:00 – 10:30
Ilha Yelagin e Palácio Yelagin. A manhã é dedicada à Ilha Yelagin, um dos parques mais elegantes da cidade, conhecido por suas alamedas arborizadas, lagos tranquilos e vistas pitorescas. A visita inclui também a área do Palácio Yelagin, antiga residência aristocrática que compõe o centro histórico da ilha. O passeio proporciona um contato mais próximo com a natureza urbana e com o ambiente refinado das residências de verão da nobreza russa.
11:00 – 12:00
Almoço. Pausa para refeição em restaurante selecionado, permitindo descanso adequado após a caminhada pela ilha. Este intervalo ajuda a recuperar energia antes da segunda parte da programação do dia, que inclui templos religiosos e arquitetura moderna.
12:15 – 12:45
Datsan — Templo Budista. Visita ao templo budista de São Petersburgo, um dos mais antigos da Europa e centro espiritual significativo para a comunidade budista local. O ambiente sereno do templo, sua decoração simbólica e as tradições ligadas ao budismo tibetano oferecem um contraste cultural marcante em relação à arquitetura histórica da cidade. A visita proporciona uma experiência contemplativa e uma compreensão mais ampla da diversidade religiosa de São Petersburgo.
13:00 – 13:30
Transfer. Deslocamento organizado até a área do Lakhta Center. O trajeto permite observar diferentes bairros da cidade e prepara o grupo para a visita ao marco contemporâneo que encerra a programação do dia.
13:45 – 15:45
Lakhta Center. Visita ao complexo do Lakhta Center, o arranha-céu mais alto da Europa e um dos principais símbolos da arquitetura moderna da Rússia. Os participantes podem apreciar o exterior futurista da torre, suas linhas verticais e a interação do conjunto arquitetônico com a orla do Golfo da Finlândia. A região ao redor oferece amplos espaços abertos, vistas panorâmicas e um cenário ideal para fotografias. A experiência apresenta um contraponto entre o legado histórico da cidade e sua identidade contemporânea.
16:00 – 17:00
Retorno ao hotel. Após o encerramento da programação do dia, está organizado o traslado de volta ao hotel. O traslado de volta ao hotel funciona como uma breve pausa após o término da programação do dia e de todo o tour, permitindo respirar um pouco antes dos preparativos finais para os voos internacionais.
17:00 – 17:45
Tempo reservado para revisar a bagagem já preparada, conferir documentos, passaportes e itens pessoais, ajustar os últimos detalhes e finalizar o que for necessário antes do traslado ao aeroporto.
18:00 – 20:00
Transfer para o Aeroporto Pulkovo em ônibus, realizado no horário programado, com saída direta do hotel e acompanhamento até o terminal de embarque.
20:05 – 22:05
Check-in e despacho de bagagem para o voo Emirates EK 176. Balcões abrem 3 horas antes da partida e encerram 60 minutos antes. O acompanhante conduz até o balcão apropriado e orienta quanto aos procedimentos.
21:05 – 22:05
Controle de segurança e imigração. Recomenda-se preparar passaporte, bilhete eletrônico e itens pessoais de mão de acordo com as normas.
22:20 – 22:45
Embarque. O portão encerra 20 minutos antes da partida; chegue ao portão com antecedência.
23:05 – 06:15
Voo Emirates Airlines EK176 no dia 22 de setembro de 2026, partindo de São Petersburgo, aeroporto Pulkovo, às 23:05 com chegada em Dubai às 06:15 do dia seguinte, com duração total de 6 horas e 10 minutos.
Viagem de metrô.
O deslocamento da manhã até a Ilha Yelagin será feito de metrô. Essa opção garante rapidez, evita o trânsito das vias centrais e oferece a oportunidade de conhecer algumas das estações históricas do metrô de São Petersburgo, reconhecidas por seu valor artístico e arquitetônico.
Viagem de ônibus.
Após a visita ao Datsan, será organizado um traslado em ônibus até a região do Lakhta Center. O ônibus também será utilizado no retorno ao hotel ao final do dia. Esse formato torna os trechos mais longos do trajeto confortáveis, evita múltiplas conexões e otimiza o tempo nos deslocamentos mais extensos.
Caminhadas ao ar livre.
A programação deste dia inclui caminhadas moderadas em áreas ajardinadas e em espaços abertos, especialmente na Ilha Yelagin e na região ao redor do Lakhta Center. Os percursos são distribuídos ao longo do dia e combinam trechos arborizados com zonas urbanas. Recomenda-se o uso de calçados confortáveis e roupas adequadas para caminhadas prolongadas ao ar livre.
Acompanhamento limitado.
Após o término da programação do dia e do traslado até o aeroporto, as responsabilidades do acompanhante e da agência são consideradas concluídas. Todas as etapas seguintes — check-in e escolha de assento, despacho de bagagem, organização da bagagem de mão, passagem pelo controle de segurança, além do controle de passaporte e dos trâmites de imigração — são realizadas pelos viajantes de forma independente. Os passageiros também se orientam sozinhos dentro do terminal e dirigem-se ao portão de embarque.
Observação sobre o voo.
Partida noturna operada pela Emirates, com chegada prevista para a manhã seguinte em Dubai. O trecho oferece tempo adequado para descanso em voo, o que contribui para uma melhor adaptação ao fuso horário e para a continuidade confortável da viagem internacional. Recomenda-se hidratação regular e organização dos itens pessoais necessários durante o percurso.
Conexão em Dubai
Chegada do voo anterior — 06:15. O desembarque ocorre no Terminal 3, dedicado aos voos Emirates. O aeroporto está bem sinalizado, permitindo circulação clara entre as áreas de chegada, controle de segurança e portões de embarque.
Tempo de conexão
Tempo de conexão estimado: cerca de 2 horas e 50 minutos. Esse intervalo é suficiente para deslocamento interno, nova verificação de segurança, uso de serviços do aeroporto e chegada ao portão de embarque com antecedência adequada.
Procedimentos de trânsito em Dubai.
Na maioria dos voos Emirates, passageiros em conexão não precisam retirar bagagem nem fazer novo check-in. A bagagem segue automaticamente até São Paulo. Os passageiros passam apenas por novo controle de segurança antes de acessar a área de embarque internacional.
Embarque para São Paulo
O embarque do EK 261 ocorre conforme indicação no painel do aeroporto, geralmente a partir de 08:15, com encerramento aproximado 20 minutos antes da partida. Recomenda-se estar no portão com antecedência para evitar atrasos ou troca de portões de última hora.
09:05 – 17:15
Voo Emirates Airlines EK261 no dia 23 de setembro de 2026, partindo de Dubai às 09:05 com chegada ao Aeroporto Internacional de São Paulo–Guarulhos às 17:15, com duração total de 14 horas e 10 minutos.
Observação sobre o voo.
Trecho principal da viagem de retorno ao Brasil, operado pela Emirates. O voo parte pela manhã do Aeroporto Internacional de Dubai e segue diretamente para São Paulo, com chegada prevista para o final da tarde. Trata-se de um voo de longa duração, projetado para oferecer conforto e tempo suficiente para descanso ao longo do trajeto.
Voos internacionais são operados pela Emirates Airlines, conectando o Brasil à Rússia com escala nos Emirados Árabes Unidos. A viagem oferece conforto e eficiência, com bagagem incluída e horários ajustados para garantir chegada e retorno dentro do mesmo dia, sem pernoites adicionais durante as conexões.
Voo São Paulo → Dubai EK262.
Voo Emirates Airlines EK262 no dia 10 de setembro de 2026, partindo de São Paulo–Guarulhos às 01:05 com chegada em Dubai às 23:00 do mesmo dia, com duração total de 13 horas e 55 minutos.
Voo Dubai → Moscou EK129.
Voo Emirates Airlines EK129 no dia 11 de setembro de 2026, partindo de Dubai às 02:20 com chegada em Moscou, aeroporto Domodedovo DME, às 06:40, com duração total de 5 horas e 20 minutos.
Voo São Petersburgo → Dubai EK176.
Voo Emirates Airlines EK176 no dia 22 de setembro de 2026, partindo de São Petersburgo, aeroporto Pulkovo, às 23:05 com chegada em Dubai às 06:15 do dia seguinte, com duração total de 6 horas e 10 minutos.
Voo Dubai → São Paulo EK261.
Voo Emirates Airlines EK261 no dia 23 de setembro de 2026, partindo de Dubai às 09:05 com chegada ao Aeroporto Internacional de São Paulo–Guarulhos às 17:15, com duração total de 14 horas e 10 minutos.
Classe Econômica.
R$ 10.727,38 × 1
USD 2.002,61
A classe econômica oferece uma viagem prática e confortável com o serviço completo da Emirates, incluindo refeições, entretenimento e franquia de bagagem conforme a tarifa. É a opção ideal para quem busca um serviço confiável com todas as comodidades essenciais a bordo.
Classe Econômica Premium.
R$ 19.592,72 × 1
USD 3.657,61
A classe econômica premium é voltada a viajantes que buscam mais conforto no mesmo ambiente da aeronave, com maior espaço entre os assentos, embarque e atendimento aprimorados e uma área de voo mais tranquila. É ideal para quem valoriza conforto extra e mais espaço pessoal em rotas longas.
Classe Business.
R$ 36.482,39 × 1
USD 6.810,61
A classe econômica oferece uma viagem prática e confortável com o serviço completo da Emirates, incluindo refeições, entretenimento e franquia de bagagem conforme a tarifa. É a opção ideal para quem busca um serviço confiável com todas as comodidades essenciais a bordo.
Observação.
As tarifas selecionadas estão sujeitas a disponibilidade e alteração sem aviso prévio. Somente a emissão do bilhete ou do voucher garantem a tarifa.
Câmbio IATA em 08/11/2025: USD 1,00 = R$ 5,3567 Fonte: IATA ↗. O que é o câmbio IATA? O Câmbio IATA é a cotação utilizada para as emissões de bilhetes aéreos de voos internacionais por agências de viagens e companhias aéreas.
Condições da passagem aérea.
Valores sujeitos a alteração e disponibilidade de classe no momento da reserva. Os valores são garantidos somente no ato da emissão da passagem, conforme as regras de cada companhia aérea. Valores serão convertidos em reais pelo câmbio IATA do dia da emissão. Taxa de emissão RAV — remuneração do Agente de Viagem é paga via depósito bancário.
Limite de bagagem.
Limite de bagagem: como regra geral é permitido 2 malas despachadas de até 23kg e 01 mala de mão de até 8kg. Os pesos informados podem sofrer alteração de acordo com a companhia aérea
Marcação de assentos.
As companhias aéreas vendem um espaço na aeronave e não poltronas marcadas, caso tenha preferência por marcação antecipada, haverá cobrança adicional. Como alternativa, você pode esperar até o check-in abrir 24 ou 48 horas antedo seu voo e selecionar um assento da sua escolha gratuitamente que esteja disponível no momento.
Apartamento duplo.
R$ 27.990 × 1
à vista no PIX.
R$ 28.800 × 1
no cartão.
R$ 29.000 × 9
no cartão / R$ 3.222 por mês.
A acomodação em apartamento duplo é indicada para quem se interessa por uma estadia compartilhada e vê a presença de um companheiro de viagem como uma parte natural da experiência.
Apartamentos individuais.
R$ 34.500 × 1
à vista no PIX.
R$ 35.600 × 1
no cartão.
R$ 35.900 × 9
no cartão / R$ 3.990 por mês
A acomodação em apartamento individual é indicada para quem prefere viver de forma independente e opta por um formato de hospedagem totalmente individual.
Grupo mínimo.
O valor do tour foi calculado com base no mínimo de 15 participantes. Em caso de redução do número de passageiros, o valor final será obrigatoriamente revisado e ajustado.
Itens incluídos no tour.
Aqui você vê, de forma clara e organizada, tudo o que já faz parte do pacote — para que sua experiência seja completa, transparente e sem dúvidas sobre o que está incluído na viagem.
Traslados em Moscou.
11 de setembro, Aeroporto Internacional de Domodêdovo → Hotel "Nacional".
14 de setembro, Hotel "Nacional" → cidade de Sergiev Possad, Mosteiro da Santíssima Trindade de Sérgio → Hotel "Nacional".
16 de setembro, Hotel "Nacional" → Estação Leningradski Moscou-Passazhirskaya Leningradskaya.
Traslados em São Petersburgo.
16 de setembro, Estação Moscóvski São Petersburgo-Glavny → Grand Hotel «Moika 22».
18 de setembro, Museu «Fabergé» → Grand Hotel «Moika 22».
19 de setembro, Grand Hotel «Moika 22» → Jardim de Verão.
19 de setembro, Fortaleza de Pedro e Paulo → Grand Hotel «Moika 22».
20 de setembro, Grand Hotel «Moika 22» → Peterhof, Grande Palácio de Peterhof → Grand Hotel «Moika 22».
21 de setembro, Grand Hotel «Moika 22» → cidade de Púchkin, Tsárskoe Selô, Palácio de Catarina → Grand Hotel «Moika 22».
22 de setembro, Datsan «Gunzêchoinei» → Lakhta Center → Grand Hotel «Moika 22».
22 de setembro, Grand Hotel «Moika 22» → Aeroporto de Pulkovo.
Trem a 250 km/h: Moscou → São Petersburgo.
Trem 760 "Sapsan", partida às 09:30 da estação Leningradski Moscou-Passazhirskaya Leningradskaya → chegada às 13:28 em São Petersburgo. Tempo de viagem — 3 horas e 58 minutos. Passagens em classe business, assentos sentados: poltronas com base ajustável, distância ampliada entre os assentos e mesa dobrável ou de janela.
Deslocamentos em metrô.
O pacote inclui deslocamentos em metrô, com fornecimento dos bilhetes necessários para cada participante nos trechos em que o uso desse meio de transporte estiver previsto na programação.
Hospedagem em Moscou.
11 de setembro, check-in antecipado até as 15:00 – 16 de setembro, check-out até as 12:00, Hotel «Nacional» ☆☆☆☆☆, quarto da categoria "Quarto Clássico com duas camas de solteiro" para ocupação dupla ou "Quarto Clássico individual com cama de solteiro" para ocupação individual. O café da manhã no estilo “buffet” é servido no elegante e amplo salão "Moskovsky", que possui grandes janelas panorâmicas, abundante luz natural e uma vista magnífica para a Praça Vermelha e o Kremlin de Moscou.
Hospedagem em São Petersburgo.
16 de setembro, check-in às 15:00 – 16 de setembro, check-out tardio até as 18:00, Grand Hotel Moika 22. Quarto da categoria "Superior Room" com vista para os telhados da cidade, para o pátio interno do hotel ou para o átrio, disponível com duas camas de solteiro para ocupação dupla ou com cama King Size para ocupação individual. O café da manhã incluído — com pães frescos e aromáticos, pratos tradicionais russos, carnes, peixes, queijos, café, chá, sucos naturais e iogurtes — é servido em formato “buffet” no restaurante Beau Rivage.
Excursões panorâmicas de Moscou.
As excursões com observação externa e panorâmica em Moscou seguem o formato em que o roteiro inclui apenas a visualização das atrações pelo lado de fora e a apresentação de sua história a partir do exterior. Ingressos, visitas internas e acesso ao interior de museus, templos ou edifícios não fazem parte deste tipo de programa. Os passeios são realizados como excursões panorâmicas privadas para o grupo, em língua portuguesa, com tradutor/guia e com a possibilidade de uso de audioguias quando oferecidos.
As excursões panorâmicas incluem o acesso às áreas externas e a observação dos seguintes locais: Praça Vermelha, Kremlin de Moscou, Loja de Departamentos GUM, Catedral do Ícone de Kazan da Mãe de Deus, Parque Zaryadye, Mausoléu de Lênin, Jardim Alexandre do Kremlin de Moscou, área externa do Centro de Exposições de Toda a Rússia – VDNKh e a área externa e os templos da Lavra da Trindade–São Sérgio.
Excursões panorâmicas de São Petersburgo.
As excursões com observação externa e panorâmica em São Petersburgo seguem o mesmo formato: o roteiro contempla apenas a visualização das atrações pelo lado de fora e a apresentação de sua história a partir do exterior. Ingressos, visitas internas e acesso ao interior de museus, palácios ou templos não fazem parte deste tipo de programa. Os passeios são realizados como excursões panorâmicas privadas para o grupo, em língua portuguesa, com tradutor/guia e com a possibilidade de uso de audioguias quando disponíveis.
As excursões panorâmicas incluem o acesso às áreas externas e a observação dos seguintes locais: Jardim Alexandre junto ao Almirantado, Monumento a Pedro I “Cavaleiro de Bronze”, Praça do Palácio, Catedral do Ícone de Nossa Senhora de Kazan, Igreja da Ressurreição de Cristo no Sangue, Jardim Mikhailovsky do Museu Russo, Castelo Mikhailovsky "Castelo dos Engenheiros", Jardim de Verão, Campo de Marte, Fortaleza de Pedro e Paulo, Ilha Yelagin e Palácio Yelagin e Datsan Gunzechoinei.
Ingressos em Moscou.
Excursões panorâmicas privadas para o grupo em língua portuguesa, com tradutor/guia e com a possibilidade de utilização de audioguias onde isso for disponibilizado.
Ingresso para a Catedral da Intercessão da Santíssima Theotókos no Fosso, conhecida como Catedral de São Basílio; ingresso para o Museu Estatal de História; ingresso para o conjunto arquitetônico da Praça das Catedrais do Kremlin de Moscou; ingresso para a Câmara do Arsenal do Kremlin de Moscou; ingresso para o Fundo de Diamantes da Federação Russa; ingresso para o Museu Memorial da Cosmonáutica; ingresso para o Centro “Cosmonáutica e Aviação” na VDNKh.
Ingressos em São Petersburgo.
Excursões panorâmicas privadas para o grupo em língua portuguesa, com tradutor/guia e com a possibilidade de utilização de audioguias onde isso for disponibilizado.
Ingresso para a Catedral de Santo Isaac, Catedral de São Isaac de Dalmácia; ingresso para o Templo da Ressurreição de Cristo, conhecido como Igreja do Salvador do Sangue Derramado; ingresso para o Museu Fabergé no Palácio Shuvalov; ingresso para o Museu Estatal Hermitage – Palácio de Inverno; ingresso para a Fortaleza de Pedro e Paulo do Museu Estatal de História de São Petersburgo; ingresso para o Palácio de Catarina e o Parque de Catarina do Museu Estatal de Tsárskoe Selô; ingresso para o complexo palaciano e parque de Peterhof, Grande Palácio de Peterhof e Parque Inferior; ingresso para o Lakhta Center, mirante nos andares 83–86, visita realizada como parte de uma excursão.
Refeições incluídas.
Estão incluídos na programação os cafés da manhã fornecidos pelos hotéis. Em Moscou — café da manhã em estilo buffet, servido no salão “Moskovsky” do Hotel Nacional, em um ambiente amplo, com luz natural e vista para a Praça Vermelha e o Kremlin. Em São Petersburgo — café da manhã em formato de buffet no restaurante Beau Rivage do Grand Hotel Moika 22, com seleção de pães frescos, pratos quentes, especialidades russas, carnes, peixes, queijos, frutas, café, chá e bebidas variadas.
Em casos de saída antecipada, quando o restaurante não opera em horário regular, o café da manhã poderá ser fornecido em formato de lunch box, conforme as regras e possibilidades do hotel.
O pacote inclui apenas os almoços especificados na programação turística. As refeições são organizadas em restaurantes que oferecem o nível de serviço e qualidade compatível com uma refeição completa nos bairros centrais de Moscou e São Petersburgo. O formato de atendimento pode prever tanto a escolha entre opções previamente definidas quanto o pedido direto no cardápio, conforme a política de cada restaurante e as condições de atendimento ao grupo.
Serviço de guia-intérprete.
O pacote inclui os serviços de um guia-intérprete qualificado, com domínio dos idiomas português e russo. O serviço é prestado exclusivamente dentro da programação turística estabelecida e somente nos trechos do itinerário em que o acompanhamento do guia está previsto. Estão incluídos a recepção do grupo no hotel, a coordenação do início das atividades, a organização da saída ou embarque no transporte e o acompanhamento durante todo o dia de excursão.
O guia-intérprete fornece as informações previstas na programação, supervisiona os aspectos organizacionais e realiza a interpretação sempre que for necessária a mediação linguística. Nos locais onde as normas exigem a participação de funcionários dos museus ou de guias credenciados, o guia-intérprete realiza a interpretação consecutiva: o conteúdo é apresentado inicialmente em russo e, em seguida, traduzido para o português. Ao final da programação, está previsto o acompanhamento do grupo até o hotel e a transmissão das orientações necessárias para o dia seguinte.
Alteração de hospedagem, quando aplicável.
A confirmação final da hospedagem é realizada conforme o resultado da reserva. Caso o hotel altere a disponibilidade das categorias de quartos indicadas por motivos operacionais internos — tais como a redistribuição do inventário em função de bloqueios corporativos ou cotas aprovadas, a reserva de quartos para eventos, grupos ou delegações oficiais, o fechamento temporário de categorias por decisão do departamento de revenue management, a limitação de vendas de determinadas categorias em razão da política interna do hotel ou de ajustes sazonais do inventário, a execução de obras técnicas ou de manutenção, bem como restrições operacionais relacionadas à infraestrutura do edifício, aos sistemas técnicos ou a exigências sanitárias — a agência poderá revisar as condições de hospedagem do grupo e propor acomodação em um hotel de categoria equivalente, com quartos de padrão correspondente.
Itens não incluídos no tour.
Aqui você encontra, de forma clara e organizada, tudo o que não faz parte do pacote — para que sua viagem seja planejada com tranquilidade e sem surpresas.
Voo São Paulo → Dubai.
Voo Emirates Airlines EK262 no dia 10 de setembro de 2026, partindo de São Paulo–Guarulhos às 01:05 com chegada em Dubai às 23:00 do mesmo dia, com duração total de 13 horas e 55 minutos.
Voo Dubai → Moscou.
Voo Emirates Airlines EK129 no dia 11 de setembro de 2026, partindo de Dubai às 02:20 com chegada em Moscou, aeroporto Domodedovo DME, às 06:40, com duração total de 5 horas e 20 minutos.
Voo São Petersburgo → Dubai.
Voo Emirates Airlines EK176 no dia 22 de setembro de 2026, partindo de São Petersburgo, aeroporto Pulkovo, às 23:05 com chegada em Dubai às 06:15 do dia seguinte, com duração total de 6 horas e 10 minutos.
Voo Dubai → São Paulo.
Voo Emirates Airlines EK261 no dia 23 de setembro de 2026, partindo de Dubai às 09:05 com chegada ao Aeroporto Internacional de São Paulo–Guarulhos às 17:15, com duração total de 14 horas e 10 minutos.
Transporte não incluído.
Não estão incluídos traslados e deslocamentos que não constem da programação, bem como qualquer transporte solicitado individualmente pelos participantes. Também não estão incluídos serviços de transporte fora dos horários previstos, esperas adicionais, veículos extras, transporte durante períodos livres e quaisquer deslocamentos realizados por iniciativa própria do viajante. A movimentação de bagagem extra, volumosa ou fora dos padrões não está incluída quando houver cobrança específica por parte do prestador do serviço. Além disso, não estão incluídos transporte público, táxis, aplicativos de mobilidade, bilhetes de transporte urbano ou intermunicipal, salvo quando expressamente mencionados como parte do itinerário.
Hospedagem não incluída.
Não estão incluídos early check-in e late check-out quando não previstos na programação, assim como qualquer solicitação de upgrade de categoria de quarto, alterações individuais de acomodação ou serviços adicionais oferecidos pelo hotel. Também não estão incluídos consumos de minibar, serviço de quarto, lavanderia, uso de instalações pagas — como spa, academia ou áreas exclusivas —, taxas cobradas diretamente pelo hotel ou quaisquer despesas pessoais relacionadas à estadia. Mudanças de acomodação solicitadas pelo participante, noites extras fora das datas do programa e qualquer tipo de hospedagem não mencionada como incluída também não fazem parte do pacote.
Alimentação não incluída.
Não estão incluídos jantares, lanches e quaisquer refeições que não estejam mencionadas na programação, assim como bebidas servidas durante os cafés da manhã e almoços, exceto aquelas oferecidas pelo hotel ou restaurante conforme as condições padrão do serviço. Também não estão incluídos pratos adicionais, pedidos à la carte fora do atendimento previsto, sobremesas, bebidas alcoólicas, itens extras solicitados individualmente, bem como consumos realizados em horários livres ou fora do local designado para as refeições. Qualquer despesa relacionada a preferências alimentares específicas, upgrades de menu ou escolhas superiores à oferta padrão também é de responsabilidade do participante.
Ingressos não incluídos.
Não estão incluídos ingressos para museus, instituições culturais ou quaisquer outros locais que não estejam especificados na programação, assim como entradas adquiridas individualmente pelos participantes. Também não estão incluídas exposições especiais, eventos pagos ou áreas de acesso restrito dentro dos museus — quando não fizerem parte do ingresso base —, nem bilhetes suplementares exigidos por regras internas de parques, centros de visitação ou complexos turísticos. Custos adicionais relacionados a reservas individuais de ingressos, upgrades de acesso ou visitas opcionais também não fazem parte do pacote.
Seguro não incluído.
Não está incluído o seguro de viagem obrigatório, nem quaisquer outras modalidades de seguro contratadas individualmente pelo participante, como ampliação de cobertura, assistência médica complementar, seguro de bagagem, seguro de cancelamento, proteção contra perda de conexões, cobertura para atividades específicas ou qualquer tipo de seguro adicional oferecido por operadoras especializadas. A contratação, o pagamento e a verificação das condições e limites de cada apólice são de responsabilidade exclusiva do viajante.
Gorjetas não incluídas.
Não estão incluídas gorjetas para guias, motoristas ou demais prestadores de serviços que acompanham o grupo, bem como quaisquer gratificações oferecidas de forma espontânea durante a viagem. Valores destinados a reconhecer o atendimento ou a assistência prestada permanecem de responsabilidade individual do viajante e podem variar conforme o costume local, o tipo de serviço recebido e a preferência pessoal de cada participante.
Atividades extras não incluídas.
Não estão incluídas visitas opcionais, excursões adicionais ou atividades complementares sugeridas como recomendação de passeio em Moscou e São Petersburgo. As atividades e locais indicados na programação turística como Atividades extras ou Visitas opcionais não fazem parte do valor do tour e podem ser organizados pela agência mediante pagamento adicional e acordo prévio com o participante — incluindo, entre outros, a reserva de ingressos para museus, espetáculos, concertos e teatros, a organização de jantares especiais, tours temáticos, visitas privadas, traslados adicionais, serviços personalizados e quaisquer outros arranjos realizados conforme solicitação individual do viajante. Todas as despesas relacionadas à organização, confirmação, aquisição de ingressos, transporte e demais custos associados a essas atividades são de responsabilidade do participante, salvo quando expressamente acordado de outra forma com a agência.
Despesas pessoais não incluídas.
Não estão incluídas despesas de caráter pessoal, como serviços de lavanderia, limpeza a seco e passadoria, chamadas telefônicas nacionais ou internacionais, consumos de minibar e quaisquer compras realizadas durante a viagem — incluindo itens de conveniência, lembranças, produtos de uso individual ou serviços adquiridos diretamente pelo viajante. Também não estão incluídos o uso de instalações pagas ou exclusivas do hotel, como spa, sauna, academia, áreas premium ou serviços de bem-estar, quando sujeitos a cobranças adicionais. Qualquer despesa relacionada a necessidades pessoais, preferências individuais, solicitações adicionais ou contratações não vinculadas às atividades previstas na programação é de responsabilidade exclusiva do participante.
Voos e despesas relacionadas não incluídos.
Não estão incluídas passagens aéreas em quaisquer trechos necessários para a chegada ao local de início do tour ou para o retorno após o seu término, assim como voos internos ou internacionais que não estejam expressamente mencionados na programação como incluídos. Também não estão incluídos os custos relacionados à emissão e pagamento de bilhetes, escolha de tarifas, aquisição de serviços adicionais da companhia aérea — incluindo seleção de assentos, upgrade de classe, transporte de bagagem excedente ou de volumes especiais, pagamento de equipamentos esportivos, transporte de animais —, além de taxas, cobranças e suplementos tarifários aplicados pela transportadora.
Não estão incluídas ainda as despesas com alimentação e bebidas nos aeroportos, assim como refeições a bordo, quando não previstas pelas regras tarifárias da companhia aérea. Ficam igualmente excluídos os gastos decorrentes de atrasos, reprogramações ou cancelamentos de voos, bem como quaisquer custos adicionais com hospedagem, traslados, alimentação ou serviços contratados fora da programação, resultantes de ajustes na malha aérea ou decisões da companhia aérea.
Quaisquer serviços ou despesas relacionados à organização independente dos voos por parte do participante, bem como exigências ou preferências adicionais vinculadas ao transporte aéreo, devem ser assumidos individualmente e não são considerados parte do pacote turístico.
Outras despesas e serviços não incluídos.
Não estão incluídos no valor do pacote turístico quaisquer serviços, despesas ou elementos de atendimento que não estejam especificados na programação do tour como incluídos, bem como quaisquer serviços, despesas e elementos de atendimento, incluindo, mas não se limitando a: serviços adicionais solicitados pelo participante; serviços individuais que não estejam diretamente relacionados ao programa estabelecido; utilização de infraestrutura paga, equipamentos ou áreas de acesso restrito; gastos pessoais durante a viagem; produtos ou serviços adquiridos de forma independente e não contemplados no pacote; taxas e cobranças locais aplicadas por estabelecimentos; serviços organizacionais que exijam contratação separada; atividades personalizadas e acompanhamentos individuais; reservas adicionais de ingressos, eventos, transportes ou visitas; serviços prestados por fornecedores externos não vinculados ao pacote; alterações de hospedagem ou itinerário solicitadas pelo participante; serviços prestados fora do horário ou do formato previstos na programação; bem como excursões e visitas que não constituam parte obrigatória do tour e não se enquadrem nos elementos padrão ou essenciais do pacote turístico.
Não são considerados incluídos por padrão quaisquer serviços que não estejam especificados na programação como incluídos; entende-se por “incluídos por padrão” apenas aqueles elementos de atendimento expressamente listados na descrição do pacote, sem necessidade de solicitação adicional ou confirmação específica. Portanto, serviços não mencionados como incluídos no programa (incluindo, mas não se limitando a todas as categorias acima) não devem ser presumidos pelo cliente como incluídos com base em expectativas subjetivas, interpretações pessoais, suposições, analogias com outros tours ou experiências anteriores de viagem, uma vez que tais expectativas não constituem fundamento para a inclusão de serviços adicionais no valor do pacote turístico.
Qualquer serviço adicional somente poderá ser fornecido mediante solicitação prévia, confirmação formal por escrito por parte da agência e pagamento correspondente, de acordo com as condições estabelecidas e mutuamente acordadas.
Seguro Viagem.
Viajantes brasileiros devem ter seguro viagem obrigatório, pois a cobertura garante assistência médica, apoio em emergências e suporte financeiro em situações imprevistas durante a estadia no exterior. Além disso, muitos destinos exigem o seguro como condição de entrada, evitando custos elevados e garantindo atendimento adequado sem depender dos serviços públicos locais.
Visto de Turismo.
Viajantes brasileiros não precisam de visto para entrar na Rússia. A entrada é permitida com base no acordo bilateral de isenção de visto entre o Brasil e a Rússia, válido para viagens de turismo de até 90 dias.
A autorização de permanência é concedida diretamente no controle de passaporte mediante apresentação dos documentos necessários. Para a viagem, é necessário portar um passaporte válido e uma passagem de saída do país dentro do período permitido de permanência.
Se solicitado, o viajante pode apresentar a confirmação da hospedagem e documentos que indiquem o roteiro previsto.
O seguro viagem não é obrigatório, mas é recomendado para uma viagem mais segura.
Passaporte.
Viajantes devem portar passaporte com validade mínima de 06 meses da data de retorno da viagem. A validade deve cobrir além do período de permanência total no país. O passaporte deverá ter folhas em branco para os carimbos que serão colocados pelos oficiais de imigração, sob pena de ser impedido de embarcar na apresentação no aeroporto.
Vacina Febre Amarela.
É obrigatório apresentar o Certificado Internacional da ANVISA de Febre Amarela. A vacina deve ser aplicada com pelo menos 10 dias de antecedência da data de saída da viagem. Viajantes podem obter o certificado internacional online seguindo o passo a passo no site no governo acessando o link a seguir:
Vamos conversar?
Recomendamos preparar os detalhes de sua solicitação com antecedência para que nossa conversa seja o mais produtiva possível. Assim, poderemos oferecer as melhores opções para você, sem necessidade de perguntas adicionais.
Reserva.
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Eu oculto meu e-mail para evitar mensagens indesejadas. Para entrar em contato comigo, use o botão “E-mail”: ele vai abrir seu aplicativo de e-mail e você poderá me escrever diretamente, de forma rápida e sem nenhum formulário adiciona
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Ao clicar em “Mensagem”, você pode me escrever diretamente. Deixe sua mensagem e informe seu nome completo, e-mail e telefone de contato para que eu possa retornar. Responderei assim que for possível, dentro de um prazo razoável.
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Aponte a câmera para o QR Code e salve meus dados de contato na sua agenda: nome, sobrenome, organização, telefone comercial no Brasil, celular na Rússia, e-mail e site.
Recomendo preparar os detalhes da sua solicitação com antecedência para que nossa conversa seja o mais produtiva possível. Assim, poderei oferecer as melhores opções para você, sem necessidade de perguntas adicionais.
Seleção do destino e formato da viagem.
Defina datas, duração, estilo e objetivo da viagem, nível de conforto, número de participantes e faixa etária, para que as opções apresentadas façam sentido desde o início.
Orçamento e condições de pagamento.
Informe valor aproximado ou faixa de preço, moeda, forma de pagamento e possível necessidade de parcelamento, permitindo propostas compatíveis com sua realidade financeira.
Documentação e vistos.
Envie cidadania de cada viajante, validade do passaporte, histórico de vistos e eventuais particularidades familiares ou legais, facilitando a verificação dos requisitos de entrada.
Transporte e logística.
Indique cidade de partida, flexibilidade de datas, classe de voo, tolerância a conexões e preferências de deslocamento interno, evitando ajustes posteriores no itinerário.
Hospedagem.
Especifique nível do hotel, tipo de quarto, quantidade de camas, localização ideal e pontos essenciais de conforto, alinhando expectativas e proposta.
Passeios e serviços.
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3.1.1. Organização de serviços turísticos, incluindo reserva de passagens aéreas, hotéis, passeios e transporte.
3.1.2. Melhoria do funcionamento do site e dos nossos serviços.
3.1.3. Notificações sobre o status da reserva, envio de mensagens informativas e ofertas especiais.
3.1.4. Análise da experiência do usuário e preferências para personalização de serviços.
3.2. Thais Tours não compartilha dados pessoais com terceiros, exceto quando necessário para a prestação de serviços (por exemplo, companhias aéreas, hotéis, seguradoras), de acordo com as medidas necessárias de proteção de dados.
4.1. Adotamos medidas razoáveis para proteger os dados pessoais contra acesso não autorizado, alteração ou perda.
4.2. Thais Tours não se responsabiliza por possíveis vazamentos de dados causados por fatores fora do nosso controle, incluindo, mas não se limitando a, ações de terceiros, ataques cibernéticos, falhas em equipamentos ou software.
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7.1. Thais Tours reserva-se o direito de atualizar ou modificar esta Política de Privacidade sem aviso prévio.
7.2. A versão mais recente do documento estará sempre disponível em nosso site.
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8.2. E-mail: thais@thaistours.com
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8.4. Agradecemos por confiar e escolher a Thais Tours para suas viagens!
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